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Coletiva inspira parceria entre galerias carioca e paulista

(São Paulo, SP) “É de ensaio que se trata esta exposição”, escreve o curador Ricardo Sardenberg sobre “A Gentil Carioca Jaqueline Martins”. A coletiva, que une obras de artistas de ambas as galerias – 16 deles já indicados ao Prêmio PIPA – a partir deste fim de semana na paulista Jaqueline Martins, questiona os discursos e meios de apresentação que normalmente se esperam de uma exposição artística.

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Barbara Wagner, Berna Reale, João Castilho, Paulo Nazareth e Tony Camargo participam da coletiva “Humanas Interlocuções”

(Porto Alegre, RS) Abrangendo cerca de 50 anos de produção artística (de 1960 a 2016), a seleção de trabalhos tem como núcleo articulador o potente emprego do corpo pelos artistas: seja como suporte, seja como tema de investigação criativa; ou, ainda, como vetor de problematização da subjetividade em relação a diferentes esferas – simbólicas, políticas, sociais e culturais.

Últimos dias | “Fronteiras Incertas: Arte e Fotografia no Acervo do MAC USP”

(São Paulo, SP) “Um dos principais desafios do MAC USP é refletir de forma crítica sobre o legado que nos deixaram as várias vertentes da arte das últimas décadas e suas supostas superações. De que maneira? Colocando determinadas obras produzidas há algum tempo em franco confronto com a produção mais atual. Neste sentido, Fronteiras Incertas: Arte e Fotografia no Acervo do MAC USP , com curadoria de Helouise Costa, responde a esse propósito, fazendo aderir à produção mais recente uma espessura histórica, uma espécie de “antes” pouco conhecido pelo meio artístico em geral apenas preocupado com o “agora”.”, Tadeu Chiarelli , diretor do MAC-USP.

Últimos dias | “Viva Maria”, coletiva com Gustavo Speridião, Hector Zamora, Pablo Lobato e Traplev

(São Paulo, SP) Em meio ao verdadeiro suspense quanto aos rumos do cenário social e político do Brasil no momento de realização da Copa do Mundo, a curadora Maria Montero reuniu trabalhos que lançam mão de ironia, ou mesmo de afiado cinismo, para indagar a realidade ou propor utopias. No embate entre produções históricas e contemporâneas, a exposição propõe uma reflexão aberta, inconclusa, sobre a crítica social na arte – no caso do Brasil, antes condicionada pela repressão e pela censura, e agora marcada por uma confusão ético-moral onde a corrupção domina e a crítica se faz por vozes dispersas.

“Fronteiras Incertas: Arte e Fotografia no Acervo do MAC USP”

(São Paulo, SP) A mostra reúne registros adquiridos pelo museu em diferentes períodos. Ao todo, 120 trabalhos de artistas como Waldemar Cordeiro, Claudia Andujar, Mario Cravo Neto, Marcelo Moscheta e Odires Mlászho delineiam um recorte temporal que abrange de 1970 a 2010. A exposição busca falar sobre as possibilidades de ampliação da fotografia para além do seu aspecto bidimensional.

Exposição coletiva discute relação entre arte e fotografia

(São Paulo, SP) A mostra “Fronteiras Incertas: Arte e Fotografia no Acervo do MAC USP” é composta por 120 obras do acervo do museu, que expressam um período histórico efervescente entre artistas e fotógrafos, com possibilidades de ampliação da fotografia para além do seu aspecto bidimensional. Trabalhos que exploraram outros suportes, como objetos, livros e instalações. Helouise Costa é responsável pela curadoria. Dentre os artistas participantes estão Marcelo Moscheta e Odires Mlászho.

Gustavo Speridião, Hector Zamora, Pablo Lobato e Traplev participam de mostra coletiva em galeria paulista

(São Paulo, SP) “Viva Maria” dialoga de maneira pouco óbiva com o momento presente. A mostra propõe gerar ruídos em meio ao debate corrente, como no trabalho de Traplev, que interfere na fachada da galeria e a instaura como local de um virtual novo prostest. Já o mexicano Hector Zamora sugere uma espécie de utopia, fator reiterado pelo fato de o trabalho ser um projeto não integrado à 27ª Bienal de São Paulo por algumas inviabilidades.

Artista PIPA em exposição coletiva no MAC-USP

(São Paulo, SP) A mostra reúne registros adquiridos pelo museu em diferentes períodos. Ao todo, 120 trabalhos de artistas como Waldemar Cordeiro, Claudia Andujar, Mario Cravo Neto, Marcelo Moscheta e Odires Mlászho delineiam um recorte temporal que abrange de 1970 a 2010. A exposição busca falar sobre as possibilidades de ampliação da fotografia para além do seu aspecto bidimensional.

“Viva Maria” | Mostra coletiva com Gustavo Speridião, Hector Zamora, Pablo Lobato e Traplev

(São Paulo, SP) Em meio ao verdadeiro suspense quanto aos rumos do cenário social e político do Brasil no momento de realização da Copa do Mundo, a curadora de “Viva Maria” reuniu trabalhos que lançam mão de ironia, ou mesmo de afiado cinismo, para indagar a realidade ou propor utopias. No embate entre produções históricas e contemporâneas, a exposição propõe uma reflexão aberta, inconclusa, sobre a crítica social na arte – no caso do Brasil, antes condicionada pela repressão e pela censura, e agora marcada por uma confusão ético-moral onde a corrupção domina e a crítica se faz por vozes dispersas.

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