Tagged Gê Orthof

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Começou a mostra coletiva “Bem-Vindos!”

A galeria Luciana Caravello apresenta, do dia 3 agosto até 3 de setembro, a exposição coletiva “Bem-Vindos!”, com os artistas Armando Queiroz, Gê Orthof, Pedro Varela, Igor Vidor, Lucas Simões, Marina Perez Simão, Paula Trope, Alexandre Serqueira, Cláudio Alvarez e Eduardo Kac.

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Em cartaz | “many-splendoured thing” dialoga com a coleção da galeria e um artigo sobre um jovem estudante brasileiro

(Londres, Reino Unido) “Encantado com o poder dos livros para desbloquear novos mundos de potencial, Gê construiu um espaço para que visões tomarem forma e viagens comecem. Seus dioramas em miniatura nos convidam para entrar e conhecê-los, e nos fazem sentir como personagens companheiros nestas estranhas e intrigantes histórias, todas unidas nas as páginas de sua ‘biblioteca de rua’.”

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Em cartaz | Coletiva itinerante com os vencedores do Prêmio Marcantonio Vilaça chega ao Rio de Janeiro

(Rio de Janeiro, RJ) A mostra é composta por vídeos, fotografias, desenhos, instalações e objetos dos artistas Berna Reale, Gê Orthof, Grupo EmpreZa, Nicolás Robbio e Virgínia de Medeiros. O Museu Histórico Nacional também vai abrigar exposição organizada por Raphael Fonseca, um dos dois curadores vencedores do prêmio e, ainda como parte da 5ª edição do prêmio, o projeto Arte Indústria apresenta uma mostra da artista Amelia Toledo.

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Em cartaz | “Nov [elos] + Novi [lhas] = Cowladyboy”, individual de Gê Orthof

(Rio de Janeiro, RJ) “Há, na narrativa fragmentária, construída por indícios que o observador terá de utilizar para construir seu tecido, uma clara posição política da qual, convém dizer, o artista nunca se esquiva, em seus trabalhos, que questiona, com humor e ironia, os papéis impostos e reificados, de identidades congeladas que, acima de tudo, negam a história”, diz Marília Panitz.

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Em cartaz | Coletiva com os vencedores do Prêmio Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas

(Brasília, DF) O curador Marcus Lontra acredita que o visitante vai se surpreender com as obras apresentadas na mostra, que inclui Berna Reale, Gê Orthof, Grupo EmpreZa e Virgínia de Medeiros: “Tem muita provocação nesses trabalhos. Porque arte contemporânea é isso. São obras que exigem um diálogo e com isso cada um vai descobrir qual a mensagem, seja de uma maneira poética ou até mesmo óbvia.” No mesmo espaço o público encontra trabalhos de projeto em homenagem à artista Amelia Toledo.

Berna Reale, Gê Orthof, Grupo EmpreZa e Virgínia de Medeiros em cartaz em Brasília

(Brasília, DF) O curador Marcus Lontra acredita que o visitante vai se surpreender com as obras apresentadas na mostra do Prêmio Marcantonio Vilaça: “Tem muita provocação nesses trabalhos. Porque arte contemporânea é isso. São obras que exigem um diálogo e com isso cada um vai descobrir qual a mensagem, seja de uma maneira poética ou até mesmo óbvia.” No mesmo espaço o público encontra trabalhos de projeto em homenagem à artista Amelia Toledo.

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Berna Reale, Gê Orthof, Grupo Empreza e Virgínia Medeiros estão entre os artistas premiados pelo Prêmio Marcantonio Vilaça

Foram premiados cinco artistas e dois curadores. A cerimônia foi realizada nesta sexta-feira (24), no MAC, em São Paulo. Desde sábado (25), quem passa pelo Museu pode conhecer as obras dos 30 artistas selecionados para o Prêmio. O artista Nicolas Robbio (São Paulo) e os curadores Divino Sobral (Goiânia) e Raphael Fonseca (Rio de Janeiro) também foram premiados. Além do prêmio em dinheiro recebido pelos artistas, a artista Virgínia Medeiros e o curador Raphael Fonseca, escolhidos pelo júri, ganharam uma bolsa-residência na Universidade Metropolitana de Manchester, no Reino Unido. Saiba mais e veja matéria da Folha de S. Paulo sobre o assunto.

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