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Rogério Ghomes na individual “Se pudéssemos ser estranhos outra vez”

(Curitiba, Paraná) Vinte anos depois de apresentar a instalação “Profano Sudário” na VI Bienal de Havana, Rogério Ghomes inaugura a retrospectiva “Se pudéssemos ser estranhos outra vez”, na Galeria Ybakatu. O dia da abertura da exposição, esta sexta, marca também o lançamento do livro “Preciso acreditar que ao fechar os olhos o mundo continua aqui”.

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“tempo quando” realiza justaposição inédita de criações de mãe e filha

(Curitiba, PR) Duas vezes indicada ao Prêmio PIPA, em 2012 e em 2013, Tatiana Stropp expõe desde 2008. Sua relação com a arte, no entanto, data de bem antes: sua mãe, Marilde Stropp, é artista, e ainda adolescente, ela e a família frequentavam juntos um ateliê de produção livre. Pois a partir desta quinta-feira, 16 de fevereiro, Tatiana revisita suas origens artísticas em “tempo quando”, exposição da Galeria Ybakatu que coloca, de maneira inédita, obras de mãe e filha lado a lado.

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Últimos dias | “Desenhos e Objetos”, individual de Daniel Murgel

(Curitiba, PR) A exposição é inspirada nos “diálogos” entre cada objeto e sua versão em desenho, seguindo a lógica do projeto que antecede a construção. De um lado, o espectador se depara com os desenhos, que não carregam o rigor técnico dos projetos de arquitetura e, sim, a liberdade das anotações de caderninho. Do outro, estão os próprios objetos, que por sua vez não seguem à risca o que está representado nos desenhos. As duas partes travam “diálogos” que parecem discutir a distância entre a imaginação e a realização.

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Abertura | “Desenhos e Objetos”, individual de Daniel Murgel

(Curitiba, PR) A exposição é inspirada nos “diálogos” entre cada objeto e sua versão em desenho, seguindo a lógica do projeto que antecede a construção. De um lado, o espectador se depara com os desenhos, que não carregam o rigor técnico dos projetos de arquitetura e, sim, a liberdade das anotações de caderninho. Do outro, estão os próprios objetos, que por sua vez não seguem à risca o que está representado nos desenhos. As duas partes travam “diálogos” que parecem discutir a distância entre a imaginação e a realização.

Últimos dias | Debora Santiago

“Logo que me debrucei sobre os trabalhos de Debora Santiago uma imagem contundente me ocorreu. A de que seria possível aproximar muitos deles, assim como a atmosfera que o conjunto de sua poética inspira, com qualidades da água. Águas de ribeirinho, de córrego, de riacho, de cachoeira, de chuva fina. Um murmúrio de rio.” – Daniela Vincentini, crítica de arte.

Abertura amanhã | Debora Santiago

“Logo que me debrucei sobre os trabalhos de Debora Santiago uma imagem contundente me ocorreu. A de que seria possível aproximar muitos deles, assim como a atmosfera que o conjunto de sua poética inspira, com qualidades da água. Águas de ribeirinho, de córrego, de riacho, de cachoeira, de chuva fina. Um murmúrio de rio.” – Daniela Vincentini, crítica de arte.

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