Tagged Galeria Marcelo Guarnieri

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Os fluxos migratórios representados nos desenhos e pinturas de Mariannita Luzzati

(Rio de Janeiro, RJ) Os fluxos migratórios são a questão central dos trabalhos inéditos que Mariannita Luzzati apresenta na exposição “Migrantes”, que começa na próxima quinta-feira, 3 de agosto, na Galeria Marcelo Guarnieri. A exposição reúne sete obras da artista – filmes, pinturas e desenhos – que refletem sobre a paisagem e o fluxo migratório –voluntário ou não – de pessoas e elementos da natureza, como plantas.

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Em breve l Art Weekend São Paulo 2016

(São Paulo, SP) Em comemoração à 32ª Bienal de São Paulo, a edição de estreia do Art Weekend São Paulo precede a semana do já renomado evento em tom celebrativo. Mais de 30 galerias vão estender seu horário de funcionamento e acolher uma agenda de aberturas, coquetéis e visitas guiadas, durante a sexta, o sábado e o domingo.

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Em “Círculo de giz e um pouco sobre sólidos”, Ana Paula Oliveira dá prosseguimento a suas criações com vidro, chumbo e taxidermia

(São Paulo, SP) “Todos os trabalhos da exposição emulam movimento, seja ele percebido pelo público ou algo invisível. As plantas crescem e se desenvolvem durante a mostra, os pássaros na série Vistaña simulam um voo pelas placas de vidro. O mesmo acontece na obra que dá título à mostra, na qual chapas-lâminas de vidro criam uma perspectiva de espaço incomum. Cada vidro é puxado por uma ave moldada a partir do corpo de um animal real e fundida em chumbo.”

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“Círculo de giz e um pouco sobre sólidos”, dá prosseguimento às criações com vidro, chumbo e taxidermia

(São Paulo, SP) Todos os trabalhos da exposição emulam um movimento, seja ele percebido pelo público ou algo invisível – as plantas crescem e se desenvolvem durante a exposição, os pássaros taxidermizados Manon na Série Vistaña simulam um voo pelas placas de vidro. O mesmo acontece na mostra, na qual chapas-lâminas de vidro assimétricas cortadas a laser criam uma incomum perspectiva de espaço. Cada vidro é puxado por uma ave moldada a partir do corpo de um animal real e fundida em chumbo.

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Em nova mostra, Ana Paula Oliveira dá prosseguimento a suas criações com vidro, chumbo e taxidermia

(São Paulo, SP) “Todos os trabalhos da exposição emulam movimento, seja ele percebido pelo público ou algo invisível. As plantas crescem e se desenvolvem durante a mostra, os pássaros na série Vistaña simulam um voo pelas placas de vidro. O mesmo acontece na obra que dá título à mostra, na qual chapas-lâminas de vidro criam uma perspectiva de espaço incomum. Cada vidro é puxado por uma ave moldada a partir do corpo de um animal real e fundida em chumbo.”

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