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Últimos dias | 11 artistas interpretam a relação entre corpo e encarceramento em “My body is a cage”

(Rio de Janeiro, RJ) Acaba no sábado, 03 de dezembro, a coletiva “My Body Is A Cage”, na galeria Luciana Caravello, com obras de Carla Chaim, Daniel Lannes, Eduardo Montelli, Gabriela Mureb, Igor Vidor, Jorge Soledar, Raquel Nava, Rodrigo Martins, Tales Frey, Zé Carlos Garcia e a vencedora do Prêmio PIPA 2015, Virginia de Medeiros. Curada por Raphael Fonseca, a exposição pretende lançar luz sobre a relação entre corpo, aprisionamento físico e possibilidade de libertação mental.

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Começou a mostra coletiva “Bem-Vindos!”

A galeria Luciana Caravello apresenta, do dia 3 agosto até 3 de setembro, a exposição coletiva “Bem-Vindos!”, com os artistas Armando Queiroz, Gê Orthof, Pedro Varela, Igor Vidor, Lucas Simões, Marina Perez Simão, Paula Trope, Alexandre Serqueira, Cláudio Alvarez e Eduardo Kac.

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Em cartaz | Alexandre Mazza investiga as noções de ciclo, percurso e revelação na mostra “No Deserto, o oásis somos nós”

(Rio de Janeiro, RJ) A exposição parte das experiências da viagem para investigar a relação do humano com os sinais oferecidos pelo mundo para nos aproximar dos nossos desejos e nos afastar dos medos durante a vida. Entre os trabalhos, há imagens fortes, como a de um crânio que tem o Cruzeiro do Sul furado no topo na cabeça ou a bússola buscando a orientação enquanto boia em um riacho sobre uma rolha de cortiça. “A bússola, a constelação, a pipa ao vento e os objetos mágicos e sagrados são todos ícones de orientação”, diz Mazza.

Últimos dias | “Só o excesso”, de Carolina Ponte

(Rio de Janeiro, RJ) Os trabalhos de Carolina Ponte nos situam em uma ambivalência, fornecem ornamentos, cores, volutas, detalhamentos excessivos para o vazio. Neste sentido, criam o que Bataille chamava de fenômeno cósmico. Sim, explosões, espirais, poeiras de estrelas geram condições para que percebamos o infinito, como no cosmos. A artista, em seus trabalhos, cria gestos para o excesso, linhas demais, cores demais, amplos pedaços de crochê.

Últimos dias | “Amor e Agressividade”, de Marcelo Solá

(Rio de Janeiro, RJ) Esses são os últimos dias para conferir a mostra individual do artista Marcelo Solá, indicado ao PIPA 2010. Sobre a nova série, escreve o crítico de arte Agnaldo Farias: “A ação de Marcelo Solá nunca se reduziu à arena clássica do desenho, a folha de papel -, para sulcá-la através de figuras ásperas, linhas escandidas, cortantes; para manchá-la com borrões, garatujas, traçados regulares realizados com obsessão e descuido calibrado, até o ponto de roçarem o ruído, bordejarem o incompreensível; para até mesmo sufocá-la através de camadas espessas de preto, como uma pele que sobrepunha a outra pele, calando-a parcialmente, mesmo que fosse para delimitar um trecho pequeno, uma região mínima do quadrilátero branco e que passava a esplender como uma autêntica conquista.”

Galeria Luciana Caravello recebe a mostra individual “Só o excesso”

(Rio de Janeiro, RJ) A produção de Carolina Ponte se dedica, justamente, à observação dos ornamentos, do gesto excessivo, do “gasto improdutivo”, nos termos de Bataille. Ao produzir objetos em crochê e desenhos multicoloridos, a artista nos faz espectadores de imagens originalmente ligadas à decoração de templos. Por outro lado, também, vinculadas a ritos profanos, momentos em que temos contato com o gasto improdutivo: enfeites, fantasias para consumações catárticas.

Abertura | “Só o excesso”, de Carolina Ponte

(Rio de Janeiro, RJ) “Só o excesso” reúne produções em desenhos e objetos, onde Carolina Ponte se destina a mostrar o excesso, a sobra, o que emoldura vazios. Assim, a artista nos exibe partes de arquitetura, como frisos, ornamentos que, em teoria, deveriam circunscrever conteúdos. Com este gesto, Carolina ativa uma dualidade, uma ambivalência em nos colocar ante ao que não teria protagonismo, anulando uma possível parte principal.

Marcelo Solá expõe a série “Amor e Agressividade”

(Rio de Janeiro, RJ) Segue em cartaz a mostra individual do indicado ao PIPA 2010. Sobre a nova série, Agnaldo Farias diz “Há formas arquitetônicas, algumas nítidas outras embaralhadas, que se despacham para o fundo, abrindo perspectivas no plano escuro; há silhuetas e rabiscos, contornos retráteis que se encolhem ou se exaltam em reverberações semelhantes às que encontramos à tona dos lagos; há palavras, letras e números, sentenças variáveis, datas e lugares, que nos levam a espaços mentais e temporais, fazendo-nos deslizar em outros sentidos, como é típico da linguagem escrita.”

“Amor e Agressividade”: série inédita de desenhos de Marcelo Solá

(Rio de Janeiro, RJ) “Trocando a oposição do preto contra o branco que lhe é tão cara, Marcelo Solá foi ampliando sua conquista introduzindo cores até chegar a essa nova série, surpreendente, na qual persevera quase exclusivamente sobre o preto. Sobre um campo onde a luz cessa engolida, onde a claridade é travada pelo mistério das trevas, emergem, luminosos, os gumes e os planos coloridos de seus desenhos. Uma profusão de cores floresce no papel, e também aquém e além dele. Justapostos, intercalados, embora em alguns casos haja interpenetrações e mesmo sobreposições, os motivos como que se ajustam preenchendo os espaços no preto”, diz Agnaldo Farias.

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