Tagged Galeria Athena Contemporânea

Arquitetura e temporalidade nos trabalhos inéditos de Lais Myrrha

(Rio de Janeiro, RJ) “Venho trabalhando a noção de impermanência e história”, explica Lais Myrrha sobre “Cálculo das Diferenças”, que inaugurou esta semana na Athena Contemporânea. Na individual, a artista cinco vezes indicada ao Prêmio PIPA apresenta trabalhos inéditos que dão novos significados a materiais da construção civil, como tijolos, cimento e madeira.

Matheus Rocha Pitta em duas exposições no Rio

(Rio de Janeiro, RJ) Finalista do Prêmio PIPA 2012, Matheus Rocha Pitta coleciona recortes de jornal desde a adolescência, formando hoje um acervo com cerca de 10 mil imagens. Uma seleção desse arquivo centrada em fotografias de manifestações políticas no Brasil foi o ponto de partida para as exposições “The Fool’s Year” e “O reino do céu”, que abrem esta semana em diferentes sedes da Athena Contemporânea.

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Encontro ocorrido há 17 anos inspira nova individual de Joana Cesar

(Rio de Janeiro, RJ) Um encontro da artista Joana Cesar com um morador de rua em 2000 foi tão marcante que inspirou hoje, 17 anos depois, a exposição “A ponte (onde ele disse que eu não posso ir)”. A individual, que abriu ontem na Galeria Athena Contemporânea, apresenta colagens, fotografias e vídeos recentes e antigas da indicada ao Prêmio PIPA 2015.

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Artistas refletem sobre a palavra como construção e discurso

(Rio de Janeiro, RJ) “Essa é uma exposição interessada em pensar o lugar da fala e da escuta”. É assim que a curadora Fernanda Lopes define “Permissão para falar”, coletiva que entra em cartaz na galeria Athena Contemporânea a partir da próxima terça-feira, 14 de fevereiro. Apresentando dez obras que refletem sobre “a palavra como construção e discurso”, a exposição reúne artistas que vêm ganhando cada vez mais reconhecimento na cena artística nacional, como Lais Myrrha, indicada a cinco edições do Prêmio PIPA.

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Tradição e herança cultural em individuais de Vanderlei Lopes

(São Paulo, SP) Vanderlei Lopes atua nos limites entre diversas linguagens como desenho, fotografia, vídeo, som, etc e tem se dedicado a explorar a escultura reposicionando-a em seus sentidos atuais. Além disso, o artista dialoga com ideias de transformação e transitoriedade. Seu trabalho lida com expectativas em relação à heranças culturais e certas noções do processo de construção da realidade.

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“O Sol, o jacaré albino e outras mutações” reúne pinturas em diferentes formatos como associações livres de iconografia criada pelo artista

(Rio de Janeiro, RJ) Com texto de Leonardo Araújo uma relação metalinguística se estabelece com o universo das suas mutações onde um jacaré albino de cinco patas contrapõe-se à definição idealizada de mutação em uma prática experimental da observação destas mudanças vislumbradas pela sua criação mental. Esta observação atenta da mudança figura-se em um devaneio pictórico que traz à superfície as temáticas presentes em sua obra, como as relações entre cultura e natureza e a América do sul em um mapa do Amazonas recortado pelas dimensões de um facão.

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Frederico Filippi apresenta nova individual “O Sol, o jacaré albino e outras mutações”

(Rio de Janeiro, RJ) A exposição reúne pinturas em formatos variados como associações livres de uma iconografia criada pelo artista através de representações abstratas de mudanças invisíveis em objetos visíveis. “São essas conexões invisíveis que o seu trabalho contém, mas não apresenta. Ele é em si mesmo a invisibilidade das relações inexplicáveis, da cultura e da natureza se amalgamarem ao ponto de nos aproximarmos juntos de certo entendimento que não se esclarece, mas iluminam a proximidade que podemos ter da incompreensão”.

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