Tagged Anita Schwartz Galeria de Arte

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Luiza Baldan abre nova individual, “Estofo”

(Rio de Janeiro, RJ) Finalista ao Prêmio PIPA 2016, Luiza Baldan passou quase nove meses navegando pela Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. O resultado de suas constantes idas e vindas pode ser conferido em “Estofo”, que ela inaugurou essa semana na Anita Schwartz Galeria de Arte. Com título oriundo de um jargão náutico, a individual reúne uma videoinstalação, um texto da artista e uma carta náutica, além de fotogravuras e suas matrizes.

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Em cartaz | “O livro de São Sebastião”, individual de Bruno Vilela

(Rio de Janeiro, RJ) “Esta exposição é como um livro. Seus textos foram perdidos. Mas suas ilustrações sobreviveram”. É assim que Bruno Vilela, artista pernambucano indicado ao Prêmio PIPA em 2010, resume sua exposição mais recente, “O livro de São Sebastião”. A mostra, que se volta para o universo da mitologia judaico-cristã, reúne 15 pinturas do artistas e continua em cartaz até o começo de março na galeria Anita Schwartz.

Últimos dias | “Lona”, individual de Gustavo Speridião

(Rio de Janeiro, RJ) Esta série de lonas é um desenvolvimento do trabalho de Gustavo Speridião, que tem como foco a pintura e a política, “explorar o plano pictórico e questões políticas, utilizando tinta, carvão e colagens (palavras, abstrações e cartazes)”. O título da exposição é extraído do suporte utilizado, lona de algodão, e as pinturas são expostas sem chassi, presas diretamente na parede, “em uma montagem simples”, conta o artista. Speridião fez uma colagem nas lonas com material gráfico coletado entre 2007 e 2014 em vários países, como Brasil, Bolívia, Portugal, Espanha, México, França, Grécia, Rússia e Turquia.

Gustavo Speridião traz os movimentos sociais à tona em mostra individual

(Rio de Janeiro, RJ) Esta série de lonas é um desenvolvimento do trabalho de Gustavo Speridião, que tem como foco a pintura e a política, “explorar o plano pictórico e questões políticas, utilizando tinta, carvão e colagens (palavras, abstrações e cartazes)”. O artista fez uma colagem nas lonas com material gráfico coletado entre 2007 e 2014 em vários países, como Brasil, Bolívia, Portugal, Espanha, México, França, Grécia, Rússia e Turquia. “Apresentarei obras cujos temas refletem o processo revolucionário mundial e outras que, não se ligando à este processo pelo tema, estão profundamente tomadas e coloridas pela emnova consciência que dele surgiu. Utilizo o mesmo plano para campos aparentemente distintos; abstrações panfletárias, pinturas escritas e panfletos abstratos”.

“Lona”, individual de Gustavo Speridião, abre hoje ao público

(Rio de Janeiro, RJ) O título da exposição é extraído do suporte utilizado, lona de algodão, e as pinturas estarão expostas sem chassi, presas diretamente na parede, “em uma montagem simples”, conta o artista. Esta série de lonas é um desenvolvimento do trabalho de Gustavo Speridião, que tem como foco a pintura e a política, “explorar o plano pictórico e questões políticas, utilizando tinta, carvão e colagens (palavras, abstrações e cartazes)”. O artista fez uma colagem nas lonas com material gráfico coletado entre 2007 e 2014 em vários países, como Brasil, Bolívia, Portugal, Espanha, México, França, Grécia, Rússia e Turquia. “São cartazes de rua, políticos, de movimentos sociais”. “Este material ilustra o início da crise econômica mundial de 2008, e seus desdobramentos políticos”, diz.

Abertura | “Lona”, individual de Gustavo Speridião

(Rio de Janeiro, RJ) O título da exposição é extraído do suporte utilizado, lona de algodão, e as pinturas estarão expostas sem chassi, presas diretamente na parede, “em uma montagem simples”, conta o artista. Esta série de lonas é um desenvolvimento do trabalho de Gustavo Speridião, que tem como foco a pintura e a política, “explorar o plano pictórico e questões políticas, utilizando tinta, carvão e colagens (palavras, abstrações e cartazes)”. O artista fez uma colagem nas lonas com material gráfico coletado entre 2007 e 2014 em vários países, como Brasil, Bolívia, Portugal, Espanha, México, França, Grécia, Rússia e Turquia. “São cartazes de rua, políticos, de movimentos sociais”. “Este material ilustra o início da crise econômica mundial de 2008, e seus desdobramentos políticos”, diz.

Otavio Schipper apresenta obras inéditas desenvolvidas com Tove Storch

(Rio de Janeiro, RJ) Investigando um terreno fenomenológico em que a realidade cotidiana afeta a consciência e a experiência de tempo e espaço, Schipper e Storch exploram, cada um individualmente, a poética da visão e sua relação com a ausência, a história e a memória. Os artistas apresentam uma instalação inédita, feita em conjunto, e pensada para o espaço da galeria. A instalação é composta por um trabalho de Tove, uma espécie de biblioteca, com prateleiras de seda. Em espaços vazios desta biblioteca estão os trabalhos de Schipper, que o artista produziu especialmente para esta exposição.

“Folha Branca”, mostra de Otavio Schipper e Tove Storch

(Rio de Janeiro, RJ) Investigando um terreno fenomenológico em que a realidade cotidiana afeta a consciência e a experiência de tempo e espaço, Schipper e Storch exploram, cada um individualmente, a poética da visão e sua relação com a ausência, a história e a memória. “Na exposição, quero enfatizar e jogar com dois pontos comuns de interesse: a poética e os mecanismos de percepção. Temas clássicos, mas representativos, tanto do trabalho de Tove quanto de Otavio”, afirma a curadora Aukje Lepoutre Ravn.

Abertura | “Folha Branca”, mostra de Otavio Schipper e Tove Storch

(Rio de Janeiro, RJ) Investigando um terreno fenomenológico em que a realidade cotidiana afeta a consciência e a experiência de tempo e espaço, Schipper e Storch exploram, cada um individualmente, a poética da visão e sua relação com a ausência, a história e a memória. “Na exposição, quero enfatizar e jogar com dois pontos comuns de interesse: a poética e os mecanismos de percepção. Temas clássicos, mas representativos, tanto do trabalho de Tove quanto de Otavio”, afirma a curadora Aukje Lepoutre Ravn.

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