Tagged Frederico Filippi

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“Próprio-Impróprio”, exposição elabora a política da imagem

(São Paulo, SP) Os trabalhos dos artistas recorrem ao afirmativo e negativo conjunto da dupla palavra do título escolhido para criarem perspectivas singulares sobre suas próprias práticas. Ao simplesmente eleger que a imagem produzida pela arte contemporânea no atual contexto capitalista não se atem mais como força fundante de uma civilização, mas como uma reiteração da vida – e esta como ato de imaginar –, a exposição intenta o aprofundamento criativo e crítico que os artistas apresentam nos seus contextos de produção.

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“O Sol, o jacaré albino e outras mutações” reúne pinturas em diferentes formatos como associações livres de iconografia criada pelo artista

(Rio de Janeiro, RJ) Com texto de Leonardo Araújo uma relação metalinguística se estabelece com o universo das suas mutações onde um jacaré albino de cinco patas contrapõe-se à definição idealizada de mutação em uma prática experimental da observação destas mudanças vislumbradas pela sua criação mental. Esta observação atenta da mudança figura-se em um devaneio pictórico que traz à superfície as temáticas presentes em sua obra, como as relações entre cultura e natureza e a América do sul em um mapa do Amazonas recortado pelas dimensões de um facão.

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Frederico Filippi apresenta nova individual “O Sol, o jacaré albino e outras mutações”

(Rio de Janeiro, RJ) A exposição reúne pinturas em formatos variados como associações livres de uma iconografia criada pelo artista através de representações abstratas de mudanças invisíveis em objetos visíveis. “São essas conexões invisíveis que o seu trabalho contém, mas não apresenta. Ele é em si mesmo a invisibilidade das relações inexplicáveis, da cultura e da natureza se amalgamarem ao ponto de nos aproximarmos juntos de certo entendimento que não se esclarece, mas iluminam a proximidade que podemos ter da incompreensão”.

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“Totemonumento”, coletiva com Clara Ianni, Erica Ferrari, Frederico Filippi e Regina Parra

(São Paulo, SP) A exposição toma seu título emprestado de um controverso trabalho de Cildo Meireles realizado no contexto da ditadura militar brasileira em 1970. Tiradentes: totem-monumento ao preso político foi uma ação do artista realizada na semana em que se comemorou a Inconfidência Mineira na qual a figura de Tiradentes foi eleita como heróica pelos militares, transformando-o em um emblema nacional.

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Abertura | “Totemonumento”, coletiva com Clara Ianni, Erica Ferrari, Frederico Filippi e Regina Parra

(São Paulo, SP) A exposição toma seu título emprestado de um controverso trabalho de Cildo Meireles realizado no contexto da ditadura militar brasileira em 1970. Tiradentes: totem-monumento ao preso político foi uma ação do artista realizada na semana em que se comemorou a Inconfidência Mineira na qual a figura de Tiradentes foi eleita como heróica pelos militares, transformando-o em um emblema nacional.

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Coletiva “Aparição” reúne 17 artistas para repensar a definição e a prática da Escultura

(Rio de Janeiro, RJ) Adriano Amaral, Ana Paula Oliveira, André Griffo, Daniel de Paula, Débora Bolsoni, Felipe Cohen, Frederico Filippi, Matheus Rocha Pitta, Raquel Versieux e Wagner Malta Tavares são alguns dos nomes que integram a mostra. A exposição oferece um panorama recente da arte brasileira com 30 trabalhos em suportes de vídeo, fotografia, objetos, arte sonora, instalação, performance e intervenção.

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