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Novos e antigos olhares sobre a Avenida Paulista em exposição do MASP

(São Paulo, SP) Não só de cartões-postais vive a Avenida Paulista. Símbolo de São Paulo, o endereço carrega consigo as contradições e tensões da própria cidade. Foi pensando nisso que o MASP decidiu organizar “Avenida Paulista”, coletiva que apresenta antigos e novos olhares sobre a avenida centenária. Os antigos correspondem a documentos dos mais diversos, entre fotografias, objetos, cartazes e outros, produzidos de 1891 a 2016; já os novos aparecem através do olhar de 17 artistas contemporâneos – nove deles já indicados ao PIPA –, em projetos comissionados especialmente para a exposição.

Retrospectiva de Amilcar de Castro

(Rio de Janeiro, RJ) A obra de Amilcar de Castro se apresenta como um dos elevados momentos da arte da segunda metado do século XX. O método de se construir escultura, na segunda metade do século XX, é a partir de um um plano quadrado, retangular, de um quadrilátero irregular ou circular, realizar um corte e a dobra, gerando não apenas a tridimensionalidade, mas, sobretudo, uma nova experiência do espaço. As possibilidades desse método, ao visitante, estão demonstradas desde esculturas monumentais no exterior do museu, nas de grande e pequeno porte, e nas 140 esculturas que têm em comum não se repetir e ter ao menos em uma de suas dimensões 23 cm.






Esculturas de variadas formas e tamanhos por Amilcar de Castro em cartaz no MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ) Na escultura, são raríssimos os trabalhos em que se encontra a solda. O método foi partir de um plano quadrado, retangular, de um quadrilátero irregular ou circular, realizar um corte e a dobra, gerando não apenas a tridimensionalidade, mas, sobretudo, uma nova experiência do espaço. As possibilidades desse método, ao visitante, estão demonstradas desde esculturas monumentais no exterior do museu, nas de grande e pequeno porte, e nas 140 esculturas que têm em comum não se repetir e ter ao menos em uma de suas dimensões 23 cm.






Obras de Amilcar de Castro ocupam vários espaços do MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ) A obra de Amilcar de Castro é um dos pilares de uma produção local cujo fundamento era uma rica reflexão crítica e teórica. E não é exagerado dizer que é um dos elevados momentos da arte da segunda metade do século XX. Retrospectivamente, observando-se com a distância de várias décadas, a produção escultórica desse período, tanto a europeia, a norte-americana, como a japonesa, tem-se a ideia da dimensão da contribuição de Amilcar que se manifesta com destaque desde a 2ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1953.






Abertura | Mostra retrospectiva de Amilcar de Castro

(Rio de Janeiro, RJ) A obra de Amilcar de Castro se apresenta como um dos elevados momentos da arte da segunda metado do século XX. O método de se construir escultura, na segunda metade do século XX, é a partir de um um plano quadrado, retangular, de um quadrilátero irregular ou circular, realizar um corte e a dobra, gerando não apenas a tridimensionalidade, mas, sobretudo, uma nova experiência do espaço. As possibilidades desse método, ao visitante, estão demonstradas desde esculturas monumentais no exterior do museu, nas de grande e pequeno porte, e nas 140 esculturas que têm em comum não se repetir e ter ao menos em uma de suas dimensões 23 cm.






Nova mostra na Pinacoteca

A Pinacoteca do Estado de São Paulo apresenta exposição “aberto fechado: caixa e livro na arte brasileira”, com curadoria do reconhecido crítico de arte e curador britânico Guy Brett, em sua primeira empreitada curatorial para um museu brasileiro.






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