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“Grid” exibe obras de 14 artistas no Jacaranda, na Villa Aymoré

(Rio de Janeiro, RJ) Mais do que uma simples ferramenta de design, o grid (ou grade) revolucionou a arte ao ajudá-la a se despedir da natureza. Pelo menos é isso que afirma Felipe Scovino, duas vezes membro do Comitê de Indicação do Prêmio e curador de “Grid”. Exibindo obras de 14 artistas – cinco deles, André Komatsu, Ana Holck, José Bechara, Lucia Koch e Raul Mourão, já indicados ao PIPA – a mostra promove uma confraternização neste sábado no Jacaranda, na Villa Aymoré.

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“Pequenos formatos” leva para a serra fluminense um panorama das artes visuais brasileira

(Petrópolis, RJ) Oriunda das Cidade das Artes, onde foi exposta de dezembro a janeiro, a coletiva “Pequenos Formatos: Dimensão e Escala” agora sobe a serra carioca. Assim, neste sábado, 11 de fevereiro, é hora da mostra idealizada pelo arte clube Jacaranda e curada por Felipe Scovino estrear na galeria A2 + Mul.ti.plo, localizada no Vale das Videiras. A coletiva apresenta “uma panorama de fôlego das artes visuais brasileiras” e conta com obras de 22 artistas, oito deles já indicados ao Prêmio PIPA.

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Vânia Mignone apresenta cenas fragmentárias, mas otimistas em novas pinturas

(São Paulo, SP) Para o curador Felipe Scovino, a obra de Vânia Mignone “tem sua força precisamente por nos ofertar mais dúvidas do que certezas […] são imagens de todo e nenhum lugar ao mesmo tempo.” É, assim, com pinturas com ares de quebra-cabeças que a artista, indicada ao Prêmio PIPA 2013, apresenta sua décima exposição individual na Casa Triângulo, que abre neste sábado, 04 de fevereiro.

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Em cartaz | “Cidade Jacaranda Pequenos Formatos”, na Cidade das Artes

(Rio de Janeiro, RJ) Ganhando uma nova data de encerramento – a exposição teria fim neste domingo, 28 de janeiro – , a exposição “Cidade Jacaranda Pequenos Formatos: Dimensão e Escala” continua em cartaz na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca. Com estreia paralela à ArtRio Carioca, a coletiva – uma iniciativa da própria feira em parceria com o Jacaranda e a Cidade das Artes – trouxe para um bairro geralmente ignorado pelos circuitos das artes cariocas alguns dos nomes mais interessantes da arte contemporânea nacional.

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“Desmedidas” inventa uma nova paisagem

(Rio de Janeiro, RJ) A invenção de uma nova paisagem. É esse o mote de “Desmedidas”, exposição concebida especialmente para a Galeria BNDES que segue em cartaz no espaço até o dia 03 de fevereiro. Com curadoria de Felipe Scovino e obras inéditas de Amalia Giacomini, Artur Lescher e o indicado ao Prêmio PIPA em 2010 Eduardo Coimbra, “Desmedidas” foi inspirada na falta de conexão do espaço expositivo em relação ao seu entorno.

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Na esteira da ArtRio Carioca, exposição “Cidade Jacaranda Pequenos Formatos” apresenta obras de 23 artistas

(Rio de Janeiro, RJ) Os holofotes do mundo das artes estão todos voltados para a Barra da Tijuca neste fim de semana. Além da ArtRio Carioca, que ocupa o Village Mall a partir da quinta-feira, a Cidade das Artes recebe no sábado, 10 de dezembro, a exposição “Cidade Jacaranda Pequenos Formatos: Dimensão e Escala”. Não é coincidência: a mostra é resultado da parceria do complexo cultural com a plataforma Jacaranda e a própria ArtRio Carioca, que busca fomentar o crescimento do mercado de artes no bairro.

Nova individual de Rodrigo Torres apresenta linguagem que atravessa a pintura

(Curitiba, PR) Em “Trompe-l’oeil”, Torres apresenta a série “Esquecidos”, de 2014, abrindo um outro direcionamento nesse diálogo constante de Rodrigo Torres com a pintura. Aproximando-se da técnia renascentista do sfumato e levando-a a uma radicalização, o artista constrói um objeto que permanece numa zona de fronteira: ele não se faz presente de forma inteiriça, porque está quase que desaparecendo sob uma neblina. Não se consegue perceber as linhas e bordas do desenho já que o artista usa suaves diferenças entre as tonalidades.

“Trompe-l’oeil”, nova individual de Rodrigo Torres em cartaz

(Curitiba, PR) “A reunião de obras para essa exposição passa por distintos suportes e materiais mas fundamentalmente a linguagem que as atravessa é a pintura. “Sistema de desinformação geográfica” talvez seja a série de obras apresentadas que mais provoque um ruído, para olhos mais conversadores, ao ser comparada a uma pintura.Ao sobrepor diversas imagens – capturadas em sites de buscas ou documentadas pelo próprio artista – de paisagens, pedras, montanhas e bairros do Rio de Janeiro, e depois colá-las, recortá-las, quase como que as esculpindo, e finalmente aplicando leves retoques, Torres não só cria volume e textura para a “pintura de paisagem” mas cria uma experiência óptica que nos embaralha ao apontar definitivamente a proporção e a altura daquelas elevações.”

Abertura | “Trompe-l’oeil”, individual de Rodrigo Torres

(Curitiba, PR) “A reunião de obras para essa exposição passa por distintos suportes e materiais mas fundamentalmente a linguagem que as atravessa é a pintura. E mais especificamente uma técnica, com truques de perspectiva, que cria uma ilusão óptica na qual o espectador se questiona sobre a qualidade do real. Sem uma data precisa para a sua origem, com aparições remotas na Grécia e Roma antigas, o trompe-l’oeil é resgatado por Rodrigo Torres.”

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