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Hoje | “Ambiguidades” – visitação e conversa com artistas e curador

(Rio de Janeiro, RJ) Alexandre Dacosta, André Sheik, Bob N, Eduardo Mariz, Felipe Barbosa,Greice Rosa, Julio Castro, Leonardo Ramadinha, Lia do Rio, Marcio Zardo, Marco Antonio Portela, Mirela Luz, Osvaldo Carvalho, Patricia Gouvêa, Raimundo Rodriguez, Rogério Reis, Rosana Ricalde, Suely Farhi e Xico Chaves integram a mostra, que reúne artistas que, de alguma forma, utilizam a ambiguidade como valor fundamental na construção do seu discurso, frequentemente valorizando os ideais de informalidade, do acaso, da fragmentação, da descontinuidade, do inacabado, e da indeterminação dos resultados. “Ambiguidades” tem curadoria de Marcio Zardo

Últimos dias | “Ambiguidades”, com Felipe Barbosa, Marco Antonio Portela e Rosana Ricalde

(Rio de Janeiro, RJ) Nesta exposição, estão reunidos artistas que de alguma forma utilizam a ambiguidade como valor fundamental na construção do seu discurso, frequentemente valorizando os ideais de informalidade, do acaso, da fragmentação, da descontinuidade, do inacabado, e da indeterminação dos resultados. Suas narrativas plástico – poético – visuais não caminham em linha reta, mas se bifurcam, entrecruzam-se, potencializando descobertas e rompimentos que desconcertam percepções e sensações.






Em cartaz | “Ambiguidades”, com Felipe Barbosa, Marco Antonio Portela e Rosana Ricalde

(Rio de Janeiro, RJ) Incompletude, imprecisão, enigma, ambiguidade são termos recorrentes para designar as formas do mistério, ou as que geram a possibilidade de descoberta e da participação. Nesta exposição, estão reunidos artistas que, de alguma forma, utilizam a ambiguidade como valor fundamental na construção do seu discurso, frequentemente valorizando os ideais de informalidade, do acaso, da fragmentação, da descontinuidade, do inacabado, e da indeterminação dos resultados. Felipe Barbosa, Marco Antonio Portela e Rosana Ricalde são alguns dos artistas que integram a mostra.






Dezenove artistas integram a coletiva “Ambiguidades”

(Rio de Janeiro, RJ) Incompletude, imprecisão, enigma, ambiguidade são termos recorrentes para designar as formas do mistério, ou as que geram a possibilidade de descoberta e da participação. Nesta exposição, estão reunidos artistas que, de alguma forma, utilizam a ambiguidade como valor fundamental na construção do seu discurso, frequentemente valorizando os ideais de informalidade, do acaso, da fragmentação, da descontinuidade, do inacabado, e da indeterminação dos resultados. Felipe Barbosa, Marco Antonio Portela e Rosana Ricalde são alguns dos artistas que integram a mostra.






Em cartaz | “Ambiguidades”, com Felipe Barbosa, Marco Antonio Portela e Rosana Ricalde

(Rio de Janeiro, RJ) Incompletude, imprecisão, enigma, ambiguidade são termos recorrentes para designar as formas do mistério, ou as que geram a possibilidade de descoberta e da participação. Nesta exposição, estão reunidos artistas que, de alguma forma, utilizam a ambiguidade como valor fundamental na construção do seu discurso, frequentemente valorizando os ideais de informalidade, do acaso, da fragmentação, da descontinuidade, do inacabado, e da indeterminação dos resultados.






19 artistas integram a coletiva “Ambiguidades”

(Rio de Janeiro, RJ) Mostra coletiva apresenta obras de dezenove artistas que, de alguma forma, utilizam a ambiguidade como valor fundamental na construção do seu discurso, frequentemente valorizando os ideais de informalidade, do acaso, da fragmentação, da descontinuidade, do inacabado e da indeterminação dos resultados. “Suas narrativas plástico – poético – visuais não caminham em linha reta, mas se bifurcam, entrecruzam-se, potencializando descobertas e rompimentos”, explica o curador Marcio Zardo.






Abertura | “Ambiguidades”, com Felipe Barbosa, Marco Antonio Portela e Rosana Ricalde

(Rio de Janeiro, RJ) Mostra coletiva apresenta obras de dezenove artistas que, de alguma forma, utilizam a ambiguidade como valor fundamental na construção do seu discurso, frequentemente valorizando os ideais de informalidade, do acaso, da fragmentação, da descontinuidade, do inacabado e da indeterminação dos resultados. “Suas narrativas plástico – poético – visuais não caminham em linha reta, mas se bifurcam, entrecruzam-se, potencializando descobertas e rompimentos”, explica o curador Marcio Zardo.






“Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas” | Mostra sobre a relação entre arte e educação

(Rio de Janeiro, RJ) Por que é importante para a arte estar perto da educação, e vice-versa? Quais os usos sociais dessa relação? Ao acreditar na “necessidade da arte”, ou da educação, que outras necessidades podemos entrever na relação entre ambos? A exposição é uma análise da relação entre arte e educação através de pinturas, fotografias, esculturas, instalações, objetos e documentos. Participam artistas como Ana Miguel, Cinthia Marcelle, Felipe Barbosa, Felipe Cohen, Grupo Empreza, Gustavo Speridião, Jonathas de Andrade, Lenora de Barros, Luciana Paiva, Marilá Dardot, Paulo Meira, Regina de Paula e Roberto Winter.






A relação entre arte e educação é tema de mostra coletiva no Rio

(Rio de Janeiro, RJ) “Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas” tem mais de 180 obras de artistas como Ana Miguel, Cinthia Marcelle, Felipe Barbosa, Felipe Cohen, Grupo Empreza, Gustavo Speridião, Jonathas de Andrade, Lenora de Barros, Luciana Paiva, Marilá Dardot, Paulo Meira, Regina de Paula e Roberto Winter. Pinturas, fotografias, esculturas, instalações, objetos e documentos foram dividios em quatro núcleos – Dispositivos, Linguagem, Processos e Teorias.






“Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas” | Mostra sobre a relação entre arte e educação

(Rio de Janeiro, RJ) Ana Miguel, Cinthia Marcelle, Felipe Barbosa, Felipe Cohen, Grupo Empreza, Gustavo Speridião, Jonathas de Andrade, Lenora de Barros, Luciana Paiva, Marilá Dardot, Paulo Meira, Regina de Paula e Roberto Winter são apenas alguns dos artistas que participam dessa mostra, de título inspirado por uma citação de Rubem Alves, cujo foco é analisar a relação entre arte e educação através de pinturas, fotografias, esculturas, instalações, objetos e documentos.






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