Tagged Fábio Tremonte

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14 artistas participam de “Um piano na selva”, em Belo Horizonte

(Belo Horizonte, MG) Se Fitzcarraldo, obra de Werner Herzog lançada em 1982, pudesse ser resumida em uma imagem, é possível que ela consistisse naquela do piano perdido em meio a selva – uma ideia absolutamente fora do lugar. A imagem dá nome à coletiva “Um Piano na Selva”, que abre na Periscópio Arte Contemporânea neste sábado, 11 de março. Com curadoria de Germano Dushá, a exposição conta a participação de 14 artistas, sete deles já indicados ao Prêmio PIPA: Daniel Steegmann Mangrané, Daniel de Paula, Deyson Gilbert, Lais Myrrha, Pedro Motta, Rafael RG e Rodrigo Braga.

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“Secretaria de Insegurança” | Exposições e atividades gratuitas de 20 artistas

(São Paulo, SP) A “Secretaria de Insegurança Pública [de São Paulo]” é a primeira realização de um projeto que pretende se desdobrar no tempo e no espaço. Negociações estão em curso para que a Secretaria seja apresentada na Rússia, na Áustria e nos Estados Unidos. A cada edição, novos artistas e novas obras integram a mostra, sempre motivada pelas questões mais relevantes para as populações na atualidade.

Mostra gratuita de vídeos “Vaguear, transitar, caminhar, errar…” tem curadoria de Cauê Alves

(Campinas, SP) Mostra gratuita de vídeos com curadoria de Cauê Alves, curador assistente do Pavilhão Brasileiro da Bienal de Veneza 2015, integra o projeto “Código Aberto” e tem exibição somente neste final de semana. “Alguns trabalhos podem deslocar o cidadão da rotina e talvez romper com certa atitude blasé perante o mundo. É como se a ação do artista, desde a mais sutil até a mais estridente, pudesse gerar um desvio, uma mudança de percurso ou uma atitude imprevista e sem planejamento. Em vez de priorizar o alcance de objetivos, o fundamental é errar”, afirma Alves. Veja a programação, que inclui conversa com o curador.

“Vaguear, transitar, caminhar, errar…” | Curadoria de Cauê Alves

(Campinas, SP) Mostra gratuita de vídeos com curadoria de Cauê Alves, curador assistente do Pavilhão Brasileiro da Bienal de Veneza 2015, integra o projeto “Código Aberto” e tem exibição somente sexta (27) e sábado (28) deste mês. “Alguns trabalhos podem deslocar o cidadão da rotina e talvez romper com certa atitude blasé perante o mundo. É como se a ação do artista, desde a mais sutil até a mais estridente, pudesse gerar um desvio, uma mudança de percurso ou uma atitude imprevista e sem planejamento. Em vez de priorizar o alcance de objetivos, o fundamental é errar”, afirma Alves. Veja a programação, que inclui conversa com o curador.

Semana de encerramento de “Taipa-Tapume” | Coletiva sobre o desenvolvimento urbano paulista

(São Paulo, SP) No período de um século, São Paulo deixou de ser uma vila com ares coloniais feita de taipa, de menor importância no cenário econômico nacional, para se tornar uma rica cidade cafeeira e, depois, um polo industrial, comercial e financeiro. Tendo em vista este recorte histórico e esta perspectiva crítica, a exposição articula quatro núcleos de discussão: o prédio da galeria, processos de construção e destruição, o desenvolvimento urbano e arquitetônico de São Paulo e, por fim, a especulação imobiliária. Os trabalhos apresentados estruturam os núcleos, propondo relações entre a ideia de construção como edificação material, com a ideia de construção como elaboração conceitual. Participações de Alexandre Brandão, Ana Mazzei, Beto Shwafaty, Hector Zamora e Lais Myrrha.

Mostra coletiva aborda a urbanização cíclica de São Paulo

(São Paulo, SP) O desenvolvimento urbano de São Paulo é pautado por ciclos de construção, demolição e construção, afetando o modo como a cidade lida com sua memória. Esta dinâmica de ocupação do solo revela a maneira com que São Paulo lida com seu passado e como constrói suas narrativas históricas, evidenciado as forças de poder que moldam o tecido urbano e social da cidade. “Taipa-Tapume” pretende investigar esse desenvolvimento, através de obras de artistas como Alexandre Brandão, Ana Mazzei, Beto Shwafaty, Hector Zamora, Lais Myrrha, dentre outros.

Abertura | “Taipa-Tapume”, mostra coletiva sobre o desenvolvimento urbano paulista

(São Paulo, SP) No período de um século, São Paulo deixou de ser uma vila com ares coloniais feita de taipa, de menor importância no cenário econômico nacional, para se tornar uma rica cidade cafeeira e, depois, um polo industrial, comercial e financeiro. Os artistas Alexandre Brandão, Ana Mazzei, Beto Shwafaty, Hector Zamora e Lais Myrrha são alguns dos convidados desta coletiva que pretende investigar o processo de desenvolvimento urbano da cidade, que é pautado por ciclos de construção, demolição e construção.

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