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Em cartaz | “Deitei para repousar e ele mexeu comigo”, individual de Fábio Baroli

(Brasília, DF) Por fim, será apresentado em primeira mão nesta mostra o trabalho que vem sendo realizado atualmente, além do material feito especialmente para a mostra. A escolha de Brasília se deve ao fato de que a capital federal foi o lugar onde Fabio Baroli começou a trabalhar, efetivamente, com pintura, após a passagem pela universidade, por meio do aprendizado em ateliês e em razão das trocas com amigos artistas, muitos atualmente com projeção nacional.

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Em cartaz | “Deitei para repousar e ele mexeu comigo”, individual de Fábio Baroli

(Brasília, DF) “Deitei para repousar e ele mexeu comigo” traz, aproximadamente, 112 obras selecionadas de três conjuntos diversos: obras em coleções, obras recentes e obras em realização especialmente para a exposição. O público poderá mergulhar no universo rico e instigante que salta das telas de Fabio Baroli, onde convivem camadas de tempos e de espaços que se postam lado a lado, como vasos comunicantes.

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Abertura | “Deitei para repousar e ele mexeu comigo”, individual de Fábio Baroli

(Brasília, DF) “Deitei para repousar e ele mexeu comigo” traz, aproximadamente, 112 obras selecionadas de três conjuntos diversos: obras em coleções, obras recentes e obras em realização especialmente para a exposição. O público poderá mergulhar no universo rico e instigante que salta das telas de Fabio Baroli, onde convivem camadas de tempos e de espaços que se postam lado a lado, como vasos comunicantes.

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Fábio Baroli abre individual na próxima semana

(Brasília, DF) “Deitei para repousar e ele mexeu comigo” traz, aproximadamente, 112 obras selecionadas de três conjuntos diversos: obras em coleções, obras recentes e obras realizadas especialmente para a exposição. O título relaciona-se a um episódio da sua infância, em especial aos fragmentos de memória de uma conversa com seu pai.

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Coletiva “Vértice” abre esta semana com curadoria de Marília Panitz, Marisa Mokarzel e Polyanna Morgana

(Rio de Janeiro, RJ) Apresentada em três módulos, sempre sujeitos à contaminação e deslocamentos e de curadorias distintas, a mostra apresenta trabalhos de artistas brasileiros contemporâneos selecionados pelas três curadoras de diferentes lugares e gerações. O objetivo é trazer ao público um panorama da arte contemporânea brasileira, com base no intercâmbio de distintos olhares, a partir dos temas “Relatos”, Construções” e “Assombros”.

Em cartaz | “Quando a Seca Entra”, individual de Fábio Baroli

(São Paulo, SP) Nesta exposição, o artista apresenta uma série de pinturas em pequenos formatos constituídas em segmentos por telas independentes que podem se correlacionar, gerando ininterruptas narrativas visuais. Para cada composição, são utilizadas referências de fotografias analógicas antigas, de álbuns de família, e também imagens digitais. É um trabalho que traz imagens de cotidianos interioranos em diferentes lugares, tempos e gerações, em uma mistura de memórias que permitem dar a (re)conhecer aquilo que mora no imaginário de muitos.

“Quando a seca entra” | Nova individual de Fábio Baroli

(São Paulo, SP) Natural de Uberaba, MG, Fábio Baroli vem há alguns anos – desde o retorno à sua cidade Natal – se dedicando a pintar o Matuto. O matuto do dicionário, o homem que vive no mato, o habitante do campo, o sertanejo. E tudo o que é relativo ao campo, ao mato. Da observação dos seus matutos favoritos, e de todos os temas que eram caros a eles, dos trocadilhos e das brincadeiras comuns era natural que ele voltasse os olhos para a sua própria história. A história da família.

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