Tagged Edgard de Souza

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“Coletiva” explora técnicas do desenho em obras de 24 artistas

(São Paulo, SP) Com obras de 24 artistas, a mostra “Coletiva” busca relações e convergências entre trabalhos que se baseiam nas técnicas próprias do desenho. Produzidas entre 2008 e 2016, as obras – um conjunto heterogêneo de pinturas, desenhos e esculturas – assumem suportes tão diversos quanto o veludo e o papelão. Ainda no dia da abertura, são lançados os livros-obra “Ressaca tropical”, do finalista do Prêmio PIPA 2011, Jonathas de Andrade, e “{[()]}”, do indicado à primeira edição do Prêmio PIPA Thiago Honório.

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A geografia humana na paisagem de 22 artistas

(Curitiba, PR) ” ‘Toda janela é um projétil, é um projeto, é uma paisagem’ é um ensaio expositivo com alguns dos mais relevantes paisagistas modernos brasileiros (junto a seus ideais de tempo, espaço e vida) e diversos artistas contemporâneos que se dedicam contínua ou pontualmente a reencontrar imaginários possíveis para a existência em seus territórios.” explica o curador

Artistas indicados ao PIPA 2014 – 4º boletim

Chegamos ao quarto boletim com nomes dos Artistas Indicados ao PIPA 2014. Teremos um total de 15 boletins ao longo da semana, até sexta-feira, dia 28 de março. São sempre três boletins diários, as 11, 15 e 19hs. Neste boletim temos os nomes de 5 artistas, dos quais dois já participaram do PIPA em duas outras edições.

Últimos dias | “As tramas do tempo na arte contemporânea: estética ou poética?”

(Ribeirão Preto, SP) Com obras adquiridas ao longo de 30 anos, a mostra pode ser dividida em três temas principais, todos relacionados à importantes períodos artísticos. No núcleo Construtivista, estão agrupadas obras geométricas que abordam questões cromáticas. No setor do Surrealismo, é possível perceber o onírico e seus ecos, principalmente no estranhamento provocado pelas obras ali expostas. Já a influência do Barroco, sobretudo o brasileiro, pode ser conferido em uma série de obras com formas orgânicas, de forte referência à temática do oceano.

“As tramas do tempo na arte contemporânea”

(Ribeirão Preto, SP) Para a curadora Daniela Bousso, esta mostra evidencia múltiplas formas de leitura possíveis na coleção e acolhe diferentes modos da expressão contemporânea, em diálogo aberto com a tradição do Modernismo, entre a década de 1980 e a atualidade pós-virada de milênio. “Ela é feita de resíduos, fragmentos, índices que nos auxiliam a perceber a fricção entre a estética e a poética, na arte contemporânea, nas tramas do tempo.”

Estética ou Poética?

(Ribeirão Preto, SP) A exposição “As tramas do tempo na arte contemporânea: estética ou poética?” conta com trabalhos de vários artistas, como Caetano Dias, Caio Reisewtiz, Dora Longo Bahia, Fabio Zimbres, José Bechara, Kilian Glasner, Marcelo Amorim, Marcelo Moscheta, Marcius Galan, Patricia Osses, Regina Parra, Tatiana Blass e Vanderlei Lopes.

Coletiva com 51 artistas em Ribeirão Preto

(Ribeirão Preto, SP) Com obras adquiridas ao longo de 30 anos, a mostra pode ser dividida em três temas principais, todos relacionados à importantes períodos artísticos. No núcleo Construtivista, estão agrupadas obras geométricas que abordam questões cromáticas. No setor do Surrealismo, é possível perceber o onírico e seus ecos, principalmente no estranhamento provocado pelas obras ali expostas. Já a influência do Barroco, sobretudo o brasileiro, pode ser conferido em uma série de obras com formas orgânicas, de forte referência à temática do oceano.

“As tramas do tempo na arte contemporânea: estética ou poética?”

(Ribeirão Preto, SP) Para a curadora Daniela Bousso, esta mostra evidencia múltiplas formas de leitura possíveis na coleção e acolhe diferentes modos da expressão contemporânea, em diálogo aberto com a tradição do Modernismo, entre a década de 1980 e a atualidade pós-virada de milênio. “Ela é feita de resíduos, fragmentos, índices que nos auxiliam a perceber a fricção entre a estética e a poética, na arte contemporânea, nas tramas do tempo.”

Instituto Figueiredo Ferraz apresenta

Mostra coletiva com a participação de Caetano Dias, Caio Reisewtiz, Dora Longo Bahia, Fabio Zimbres, José Bechara, Kilian Glasner, Marcelo Amorim, Marcelo Moscheta, Marcius Galan, Patricia Osses, Regina Parra, Tatiana Blass e Vanderlei Lopes, entre outros artistas.

“As tramas do tempo na arte contemporânea”

Três grandes núcleos podem ser percebidos na orientação da mostra, os quais dialogam com a tradição da arte: Barroco, Construtivista e Surrealista. Para a curadora, esta mostra evidencia múltiplas formas de leitura possíveis na coleção e acolhe diferentes modos da expressão contemporânea.

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