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Frieze Londres 2015 | Saiba mais sobre a feira e as participações brasileiras

(Londres, Reino Unido) Está aberta ao público a partir desta quarta-feira a 13ª edição da Frieze London, uma das principais feiras de arte contemporânea internacionais. Acontecendo simultaneamente à Frieze Masters, as duas feiras oferecem uma oportunidade para quem está na cidade ver, vivenciar e adquirir arte. As galerias A Gentil Carioca, Fortes Vilaça, Jaqueline Martins, Luisa Strina, Mendes Wood DM e Vermelho representam o Brasil nas duas feiras que seguem até o fim de semana.

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Daniel Steegmann Mangrané e Philippe Van Snick no MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ) A mostra, com curadoria de Marta Mestre, é fruto de uma parceria institucional entre o MAM Rio e o Museu da Cidade/ Prefeitura de São Paulo e terá outro segmento em outra exposição na Casa Modernista. “A exposição enfatizará o jogo entre simultaneidade e dualismo existentes no trabalho dos artistas”, diz a curadora.

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Abertura | Daniel Steegmann Mangrané e Philippe Van Snick no MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ) “A exposição enfatizará o jogo entre simultaneidade e dualismo existentes no trabalho dos artistas”, diz Marta Mestre, responsável pela curadoria da exposição. Um dos elementos centrais é a apresentação do trabalho do catalão Daniel Steegmann Mangrané e do belga Philippe Van Snick sobre um conjunto de mesas de madeira, aproximando os artistas e o olhar do visitante.

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Últimos dias | “A Mão Negativa”, exposição com cerca de 50 obras de 38 artistas

(Rio de Janeiro, RJ) O curador visitante Bernardo José de Souza ressalta que conjunto de obras selecionadas não trata objetivamente de ficção científica, apesar de ser inspirado no tema, mas “sinaliza um mundo em transformação, onde o corpo e as formas reconhecíveis, quer na natureza ou mesmo no universo da cultura material, sofrem alguma espécie de abalo, mutação, tanto em seu organismo como em sua estrutura ou arquitetura”. Participam Cinthia Marcelle, Cristiano Lenhardt, Leticia Ramos, Maurício Ianês, Rafael RG, Rodolpho Parigi, Daniel Steegmann Mangrané e Sara Ramo.

Parque Lage conta com cerca de cinquenta obras espalhadas por muitos de seus espaços

(Rio de Janeiro, RJ) Cinthia Marcelle, Cristiano Lenhardt, Leticia Ramos, Maurício Ianês, Rafael RG, Rodolpho Parigi, Daniel Steegmann Mangrané e Sara Ramo estão entre os participantes da mostra “A Mão Negativa”. O curador Bernardo José de Souza ressalta que as obras, em sua maioria, “são essencialmente visuais, que causam um embate quase físico e fenomenológico com o espectador”.

“A Mão Negativa”, coletiva com participações de Cinthia Marcelle, Cristiano Lenhardt, Leticia Ramos, Maurício Ianês, Rafael RG, Rodolpho Parigi, Daniel Steegmann Mangrané e Sara Ramo

(Rio de Janeiro, RJ) Cinquenta artistas, brasileiros e estrangeiros integram a mostra “A Mão Negativa”, que apresenta obras espalhadas por várias áreas diferentes do parque carioca, do palacete à lavanderia dos escravos. Uma programação paralela conta ainda com performances e exibição de filmes que dialogam com o tema da exposição.

“A Mão Negativa” apresenta 50 obras de 38 artistas

(Rio de Janeiro, RJ) Cinthia Marcelle, Cristiano Lenhardt, Leticia Ramos, Maurício Ianês, Rafael RG, Rodolpho Parigi, Daniel Steegmann Mangrané e Sara Ramo têm obras ocupando diversos espaços do Parque Lage, do palacete à gruta. A mostra, do curador visitante Bernardo José de Souza, foi “largamente inspirada na ficção-científica”.

Últimos dias | “Do Objeto para o Mundo – Coleção Inhotim”

(São Paulo, SP) “Do Objeto para o Mundo” é a primeira exposição itinerante da Coleção Inhotim e reúne obras de 29 artistas de diversas gerações e partes do mundo, como Cinthia Marcelle, Daniel Steegmann Mangrané, Marcellvs L. e Marcius Galan. As obras apresentadas na exposição propõem uma entre muitas possíveis antologias do acervo. No 1º piso, a mostra se subdivide em salas que examinam quatro momentos de formação da arte contemporânea: o neoconcretismo brasileiro, a produção dos anos 1960, o grupo japonês de vanguarda Gutai e as práticas de acionismo e de performance dos anos 1970.

Hoje | Programação de performances e conversa em torno da “Encruzilhada”

(Rio de Janeiro, RJ) As obras apresentadas estão organizadas em torno de seis núcleos que tratam do espaço físico da encruzilhada – onde acontecem as manifestações políticas, o carnaval, o flerte, o movimento de trânsito e a macumba, e também das situações em que se faz imperativa uma decisão. Hoje, uma programação especial de performances acontece durante todo dia. Uma conversa com os participantes da Agência Transitiva, espaço-veículo para ações e estudos não-convencionais em arte, política e história das ideias, também acontece.

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