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Noção de reciprocidade norteia individual de Lucia Laguna no MAR

(Rio de Janeiro, RJ) A trajetória de Lucia Laguna, indicada ao Prêmio PIPA em 2011 e 2015, é, no mínimo, idiossincrática: foi só aos 52 anos que a até então professora de Português e Literatura começou a pintar. Hoje aos 75 anos, a artista acumula passagens por galerias e museus ao redor do globo. Sua mais nova individual, “Enquanto bebo a água, a água me bebe”, com curadoria de Cadu (vencedor do Prêmio PIPA 2013) e Clarissa Diniz, pode ser vista no Museu de Arte do Rio (MAR) até o fim de fevereiro.

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PIPA Convida: conversa “Novos Desafios Curatoriais”

(Rio de Janeiro, RJ) O Prêmio PIPA, através de Virgínia Mota e Jean Soares, coordenadores da Área de Convivência do Prêmio PIPA 2016, no MAM-Rio, convida Clarissa Diniz, curadora do Museu de Arte do Rio; Luiz Camillo Osorio, curador do Instituto PIPA e diretor do Departamento de Filosofia da PUC-Rio; e Felipe Ribeiro, curador e diretor artístico do Atos da Fala para a conversa “Novos Desafios Curatoriais”, sobre como pensar a curadoria atualmente e os desafios nas relações entre curadores, artistas e obras de arte, a realizar-se no dia 19 de outubro, às 15hs, no MAM-Rio.

Últimos dias | “Do Valongo à Favela: imaginário e periferia”

(Rio de Janeiro, RJ) A parte do Rio de Janeiro que corresponde hoje aos bairros da Saúde e da Gamboa pode ser considerada a primeira periferia do Brasil. Esta mostra examina como foi sendo formado o imaginário cultural dessa região, por meio de sua presença na arte. Participam desta grande coletiva os artistas André Komatsu, Armando Queiroz, Ayrson Heráclito, Bárbara Wagner, Caetano Dias, Caio Reisewitz, Grupo Empreza, Henrique Olveira, Laercio Redondo, Marcelo Cidade, Matheus Rocha Pitta, Paulo Nazareth, Virginia de Medeiros e Waléria Américo, entre outros.

“Do Valongo à Favela: imaginário e periferia” tematiza a zona portuária carioca

(Rio de Janeiro, RJ) Tomando a história de exclusão da região portuária da cidade como ponto de partida, a exposição “Do Valongo à Favela: imaginário e periferia” examina como foi sendo formado o imaginário cultural dessa periferia, por meio de sua presença na arte. A mostra cria um percurso desde as imagens antigas do lugar e das atividades ali decorridas, até a elaboração da favela como questão de interesse da arte para muito além dos limites geográficos que lhe deram origem.

Mostra coletiva atrai visibilidade para zona portuária carioca

(Rio de Janeiro, RJ) André Komatsu, Armando Queiroz, Arjan Martins, Ayrson Heráclito, Barbara Wagner, Caetano Dias, Caio Reisewitz, Grupo Empreza, Henrique Oliveira, Laercio Redondo, Marcelo Cidade, Matheus Rocha Pitta, Paulo Nazareth, Virginia de Medeiros e Waléria Américo fazem parte dos artistas expostos em “Do Valongo à Favela”. A coletiva reúne ampla seleção de imagens e obras divididas em oito núcleos significativos. São eles: Praia Formosa, Rua do Valongo, Pequena África, O Bairro Rubro, Praça Mauá, Problema Social, Fato Estético e Periferia é periferia.

Zona portuária carioca ganha visibilidade com mostra coletiva “Do Valongo à Favela”

(Rio de Janeiro, RJ) André Komatsu, Armando Queiroz, Caetano Dias, Caio Reisewitz, Grupo Empreza, laercio Redondo, Marcelo Cidade, Matheus Rocha Pitta, Paulo Nazareth, Virginia de Medeiros e Waléria Américo fazem parte dos artistas expostos em “Do Valongo à Favela”. A coletiva ocupa integralmente o terceiro andar do MAR, reunindo ampla seleção de imagens e obras divididas em oito núcleos significativos. São eles: Praia Formosa, Rua do Valongo, Pequena África, O Bairro Rubro, Praça Mauá, Problema Social, Fato Estético e Periferia é periferia.

Exposição coletiva sobre exclusão social reúne obras de mais de 30 artistas

(Rio de Janeiro, RJ) “Do Valongo à Periferia” aborda ideias de “periferia” e “periférico” que atualmente são de importância vital para a arte contemporânea, colocada aqui em diálogo crítico com vestígios de um passado que vai sendo revisto e reinventado. Com obras de André Komatsu, Armando Queiroz, Caetano Dias, Caio Reisewitz, Grupo Empreza, Laercio Redondo, Marcelo Cidade, Matheus Rocha Pitta, Paulo Nazareth, Virginia de Medeiros e Waléria Américo.

Zona portuária carioca é tema da coletiva “Do Valongo à Favela: imaginário e periferia”

(Rio de Janeiro, RJ) Tomando essa história de exclusão como ponto de partida, a exposição “Do Valongo à Favela: imaginário e periferia” examina como foi sendo formado o imaginário cultural dessa periferia, por meio de sua presença na arte. A mostra cria um percurso desde as imagens antigas do lugar e das atividades ali decorridas, até a elaboração da favela como questão de interesse da arte para muito além dos limites geográficos que lhe deram origem.

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