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Coletiva “Uma canção para o Rio” abre sua segunda fase neste fim de semana

(Rio de Janeiro, RJ) A primeira exposição da recém-inaugurada Carpintaria foi, não por acaso, uma ode ao Rio de Janeiro: o espaço é o primeiro braço da paulista Galeria Fortes D’Aloia em terras cariocas. Neste sábado, dia 18 de fevereiro, é hora da segunda parte da exposição, “Uma canção para o Rio”, ser aberta ao público. Da lista original de artistas, 17 são mantidos – incluindo os já indicados ao Prêmio PIPA Arto Lindsay, Vivian Caccuri e Bárbara Wagner, em parceria com Benjamin de Búrca – e outros três foram acrescidos: Barrão, Martin Creed e Vincent Meessen. O objetivo, contudo, continua o mesmo: relacionar arte e música.

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“Paisagens Invisíveis” constrói cenários inteiros através de sons

(São Paulo, SP) É verdade que a programação do Museu Brasileiro de Escultura, o MuBE, jamais se limitou à arte que inspira o seu nome, indo da pintura à fotografia, do grafite ao cinema. Não deixa de ser curioso, porém, o fato de que sua exposição mais recente não tem um objeto sequer. Apresentando obras de 11 artistas e curada por Cauê Alves e Floriano Romano, a coletiva “Paisagens Invisíveis” é exclusivamente composta de sons.

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Inauguração de Carpintaria, novo espaço de arte carioca

(Rio de Janeiro, RJ) A Galeria Fortes Vilaça inaugura neste domingo, 20 de novembro, um novo espaço, o primeiro da galeria no Rio de Janeiro: a Carpintaria, localizada no Jockey Club. A exposição inaugural, “Uma canção para o Rio”, curada por Douglas Fogles e Hanneke Skerat, é dividida em duas partes – a segunda se inicia apenas em fevereiro do ano que vem – e conta com mais de vinte artistas nacionais e internacionais, entre eles os já indicados ao Prêmio PIPA Arto Lindsay, Bárbara Wagner, Domenico Lancellotti, Sara Ramo e Vivian Caccuri.

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Último final de semana “As Margens dos Mares”

(São Paulo, SP) Com participações de Chiara Banfi e O Grivo e curadoria de Agnaldo Farias, a mostra é um encontro entre artistas expoentes de diferentes regiões que busca apresentar, por meio das artes visuais e da música, uma expressão da cultura contemporânea destes países lusófonos. Para a exposição foram selecionadas obras de doze artistas que refletem sobre questões como memória, espaço e arquitetura a partir de instalações, fotografias, vídeos e objetos.

Exposição com curadoria de Agnaldo Farias reúne artistas de Angola, Brasil, Moçambique e Portugal

(São Paulo, SP) Com curadoria de Agnaldo Farias, “As Margens dos Mares” é um encontro entre artistas expoentes de diferentes regiões que busca apresentar, por meio das artes visuais e da música, uma expressão da cultura contemporânea destes países lusófonos. Para a exposição foram selecionadas obras de doze artistas – entre eles Chiara Banfi e O Grivo – que refletem sobre questões como memória, espaço e arquitetura a partir de instalações, fotografias, vídeos e objetos.

Mostra institucional do coletivo O Grivo

(São Paulo, SP) Com engenhocas bem‑humoradas e aparentemente precárias, O Grivo pertence ao seleto grupo de artistas sonoro‑ visuais brasileiros, como o coletivo Chelpa Ferro ou Paulo Nenflidio, bem inseridos no contexto das artes plásticas e cujas obras incluem o uso de aparatos inusitados. Diferentemente desses, porém, graças, em parte, à formação musical de seus integrantes, as obras d’O Grivo priorizam a sonoridade.

Mostra reúne artistas de países lusófonos

(São Paulo, SP) “As instalações predominam e a música, incluindo ruídos, atua como elemento agregador da exposição, atravessando-a de ponta a ponta”, define o curador Agnaldo Farias. Para a exposição foram selecionadas obras de doze artistas – entre eles Chiara Banfi e O Grivo – que refletem sobre questões como memória, espaço e arquitetura a partir de instalações, fotografias, vídeos e objetos.

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