Tagged Carlito Carvalhosa

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A arquitetura de Paulo Mendes da Rocha dialoga com a arte no MuBE

(São Paulo, SP) O Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE) abre no sábado “Pedra no Céu: Arte e arquitetura de Paulo Mendes da Rocha”. A coletiva busca estabelecer paralelos entre a arte e a obra do arquiteto do MuBE, hoje com 88 anos, reunindo tanto obras de artistas clássicos como Debret, grande referência do arquiteto, quanto de nomes contemporâneos, como os finalistas ao Prêmio PIPA André Komatsu e Daniel Steegmann Mangrané.

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Coletiva “Cromofilia vs. Cromofobia” ganha continuação no Rio de Janeiro

(Rio de Janeiro, RJ) Encerrada na semana passada, a exposição “Cromofilia vs. Cromofobia”, da galeria Nara Roesler, propunha uma batalha hipotética entre a tabela cromática, inventada nos anos 1960, e o círculo cromático, conhecido pelo menos desde o século XVII. Pois a guerra ainda não se deu por terminada pela curadora e diretora artística da galeria, Alexandra Garcia Waldman. Uma nova batalha se inicia, assim, ainda que em um novo território: “Cromofilia vs. Cromofobia: Continuação” abriu essa semana, dessa vez na sede carioca da galeria.

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Últimos Dias | Coletiva “Cromofilia vs. Cromofobia” investiga a cor

(São Paulo, SP) A invenção da tabela cromática na década de 1960 trouxe uma liberdade sem precedentes para os artistas ao oferecer uma alternativa ao tradicional e rígido círculo cromático. É essa liberdade que é celebrada em “Cromofilia vs. Cromofobia: investigações da cor”, coletiva da Galeria Nara Roesler que entra hoje em sua última semana. Com obras de 18 artistas – entre eles os já indicados ao Prêmio PIPA Antonio Dias, Bruno Dunley, Cao Guimarães, Lucia Koch e Rodolpho Parigi – a mostra desafia os espectadores a experimentar a cor.

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“cromofilia vs cromofobia” | Liberdade e autonomia no uso da cor

(São Paulo, SP) Antonio Dias, Bruno Dunley, Cao Guimarães, Lucia Koch e Rodolpho Parigi participam da coletiva “cromofilia vs cromofobia”, que gira em torno da batalha entre a cartela de cores versos o círculo cromático. Tomando como base teórica o ensaio de David Batchelors, “Cromofilia”, de seu livro Chromophobia, a exposição analisa como os artistas contemporâneos jogam, destroem e revelam a tensão entre o uso de cores industriais do período pós 1960 e o advento da cartela de cores. Batchelor descreve a tabela de cor como “uma lista descartável de cores prontas”.

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“auroras – pequenas pinturas” | Segunda parte da exposição abre neste sábado

(São Paulo, SP) Com o intuito de abrigar projetos de artistas, o espaço auroras inaugura a segunda parte da exposição “auroras – pequenas pinturas”. A mostra exibe trabalhos de diferentes épocas e propõe uma reflexão de cada artista sobre a própria obra e com as obras dos outros participantes, além de oferecer um amplo panorama da pintura brasileira. A exposição reúne cerca de 75 trabalhos em pequeno formato realizados entre 1983 e 2016 por 26 artistas e é dividida em duas partes consecutivas.

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“Transparência e Reflexo” e a capacidade do olhar

(São Paulo, SP) Nos trabalhos de “Transparência e Reflexo” há sempre um elemento que permanece invisível, inalcançável, mesmo diante de um olhar direto, há algo de impenetrável. As obras em exibição estabelecem uma relação franca e direta com o ar, a atmosfera e o espaço ao redor delas. O invisível se revela e o mundo perde sua concretude.

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