Tagged Bruno Veiga

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“Quando o mar virou Rio” narra a história da relação entre a cidade maravilhosa e o mar

(Rio de Janeiro, RJ) É um paradoxo: apesar de ter “rio” no nome, a cidade do Rio de Janeiro é muito mais associada ao mar e à praia do que a qualquer outra formação natural. A história dessa relação é narrada em “Quando o mar virou Rio”, que começa hoje no Museu Histórico Nacional. Curada por Isabel Seixas, Diogo Rezende e Letícia Stallone, a mostra reúne obras de 25 artistas, seis deles já indicados ao Prêmio PIPA.

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“Linguagens do corpo carioca [a vertigem do Rio]” reúne 800 obras de artistas que captaram a essência da alma carioca em seus trabalhos

(Rio de Janeiro, RJ) Em cartaz durante os Jogos Olímpicos, a exposição toma como ponto de partida o corpo de quem vive na cidade para pôr em discussão a identidade social como uma espécie de gíria gestual. A abordagem transversal se repete em na exposição, que é dividida em núcleos e traz à tona as mais diversas faces da vida na cidade.






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Últimos dias | “Força na Peruca”, mostra coletiva com participação de Toz

(Rio de Janeiro, RJ) Onze artistas e um coletivo criaram obras específicas; o grafiteiro Toz criou especialmente a obra “A corda”. A exposição observa a relevância social da peruca e sua “dimensão humanitária, dentro de um espírito de superação, solidariedade, alegria e vontade de viver”, como define a jornalista Christina Martins, idealizadora e produtora da mostra, que acompanha o trabalho da Fundação Laço Rosa, de apoio às mulheres que enfrentam ou enfrentaram o câncer de mama.






Artistas expõem obras inéditas, feitas para a mostra “Força na Peruca” | Participação de Toz

(Rio de Janeiro, RJ) Onze artistas de renome e um coletivo, de diversas formações, áreas de atuação e estilos trazem suas obras em torno do tema cabelos e perucas, criadas especialmente para a mostra. Resgatando a autoestima de muitos pacientes, a peruca ganha “uma nova dimensão humanitária, dentro de um espírito de superação, solidariedade, alegria e vontade de viver”, como define a jornalista Christina Martins, idealizadora e produtora da mostra.






“Força na Peruca”, coletiva com participação de Toz

(Rio de Janeiro, RJ) Além das obras de 11 artistas, incluindo “A corda”, do grafiteiro Toz, a exposição prepara espaços de interação com o público – como uma parede para que os visitantes possam “doar palavras”, deixando frases de estímulo e coragem para quem está se tratando de câncer, além de uma área que vai receber cabelos doados para confecção de novas perucas.






Toz participa de mostra coletiva “Força na Peruca”

(Rio de Janeiro, RJ) Onze artistas de renome e um coletivo, de diversas formações, áreas de atuação e estilos trazem suas obras em torno do tema cabelos e perucas, criadas especialmente para a mostra. Resgatando a autoestima de muitos pacientes, a peruca ganha “uma nova dimensão humanitária, dentro de um espírito de superação, solidariedade, alegria e vontade de viver”, como define a jornalista Christina Martins, idealizadora e produtora da mostra.






Últimos dias | Exposição coletiva “Efígies”

(Rio de Janeiro, RJ) Últimos dias para conferir a mostra coletiva “Efígies”, com Celina Portella, Renan Cepeda e Marco Antonio Portela, que também assina a curadoria da exposição. A estética e os diálogos propostos pelos artistas se aproximam e se afastam do conceito de uma “representação icônica”, além de abrir espaço para diversas vias de análises poéticas distintas. Nos deparamos com uma investigação lírica, uma procura por atingir um grau de encantamento. E, também, com uma tentativa de nos eternizar, quase transformando todos nós em divindades.






Celina Portella, Marco Antonio Portela e Renan Cepeda integram mostra coletiva “Efígies”

(Rio de Janeiro, RJ) Partindo do pressuposto que sempre nos reconhecemos representados em toda e qualquer imagem humana, o autorretrato tornaria-se dispensável. No entanto, ele está cada vez mais presente, e fica difícil imaginar sua ausência em tempos de tantos selfies. Deitando o olhar no conceito de alegoria, quando se representa simbolicamente um objeto para significar outro, visualizamos, nesta exposição, trabalhos empenhados em dizer além das aparências do que surge na superfície, expressando pensamentos e emoções, ultrapassando, até mesmo, a ideia de metáfora.






Exposição coletiva “Efígies” tem curadoria de Marco Antonio Portela

(Rio de Janeiro, RJ) “As preocupações estéticas e os diálogos propostos na presente mostra ora se aproximam, ora se afastam desse conceito de representação, além de trazerem frescor e abrirem vias para análises poéticas distintas. Com isso, nos deparamos com uma investigação lírica, uma procura por atingir um grau de encantamento. E, também, com uma tentativa de nos eternizar, quase transformando todos nós em divindades.”






Mostra coletiva “Efígies” traz nomes como Celina Portella, Marco Antonio Portela e Renan Cepeda

(Rio de Janeiro, RJ) Temos, nessa exposição, propositores de imagens procurando, cada um a sua forma, pensar como transfigurar aquilo que nos é mais próximo: nossa própria simulação imagética. Deitando o olhar no conceito de alegoria, quando se representa simbolicamente um objeto para significar outro, visualizamos, nesta exposição, trabalhos empenhados em dizer além das aparências do que surge na superfície, expressando pensamentos e emoções, ultrapassando, até mesmo, a ideia de metáfora.






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