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Nove artistas se inspiram no cosmos em “Azul da Estrela”

(São Paulo, SP) Inspirados pelas ideias de Galileu Galilei sobre as estrelas e o cosmos, nove artistas (incluindo as já indicadas ao Prêmio PIPA Marta Jourdan e Mayana Redin) apresentam “Azul da Estrela”, que ocupa a Baró Galeria Jardins a partir deste sábado. Nas palavras da curadora, Paula Borghi, a coletiva busca “observar aquilo que não está ao alcance do corpo”, colocando em uma mesma chave de compreensão o universo e o nosso planeta.

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Em breve l Art Weekend São Paulo 2016

(São Paulo, SP) Em comemoração à 32ª Bienal de São Paulo, a edição de estreia do Art Weekend São Paulo precede a semana do já renomado evento em tom celebrativo. Mais de 30 galerias vão estender seu horário de funcionamento e acolher uma agenda de aberturas, coquetéis e visitas guiadas, durante a sexta, o sábado e o domingo.

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Maria Nepomuceno abre individual com cinco obras inéditas

(São Paulo, SP) Em “Universo em Expansão”, Nepomuceno apresenta obras em que a cor tem atenção especial. “Cor é um assunto que sempre me interessou, herança do começo da minha atividade artística quando estudava pintura. Nessas esculturas, as passagens de uma cor para outra se dão por sequências em que a conta é a unidade mínima”, comenta a artista.

Últimos dias | “Colônia”, mostra individual de Daniel Lannes

(São Paulo, SP) Da vinda da Família Real Portuguesa, passando pela formação da República e chegando aos nossos dias, as telas registram a promiscuidade dos costumes e posturas remanescentes da comunhão entre colonizador e colonizado. Se antes Lannes emprestava solenidade épica a cenas aparentemente corriqueiras; agora traz o desleixo cotidiano para cenas grandiosas do imaginário brasileiro.

Abertura | “Colônia”, nova série de pinturas por Daniel Lannes

(São Paulo, SP) Avançando em sua pesquisa, Lannes traz a São Paulo crônicas visuais que exprimem, além de seu fascínio pela figura humana, um rico panorama histórico do Brasil. A exposição toma como ponto de partida a ideia de Brasil Colônia e se desdobra em imagens reveladoras de fatos e personalidades icônicas da história pós-colonial brasileira.

Amanhã | Finissage de “Akakor”, coletiva com Felipe Cohen e Marcius Galan

(São Paulo, SP) Felipe Cohen e Marcius Galan integram a mostra “Akakor”, que segue em seus últimos dias. O título da exposição refere-se a uma cidade subterrânea situada em algum lugar da Amazônia onde, reza a lenda, uma antiga civilização viveu e prosperou há milhares de anos atrás. O curioso é que tudo o que sabemos sobre tal cidade é através do relato de uma única pessoa, chamada Tatunca Nara: um alemão radicado no Brasil e auto proclamado príncipe de Akakor. Sua história é envolta em mistérios, mortes e mitos. Akakor é uma exposição que reúne atos de charlatanismo no meio artístico. As curadoras estão interessadas em métodos através dos quais artistas enganaram, iludiram, traíram e enrolaram seu público, usando tais estratégias ora na forma, ora no conteúdo de seus trabalhos – e, muitas vezes, em ambos.

Últimos dias | “Akakor”, coletiva com Felipe Cohen e Marcius Galan

(São Paulo, SP) Akakor é uma exposição que reúne atos de charlatanismo no meio artístico. As curadoras estão interessadas em métodos através dos quais artistas enganaram, iludiram, traíram e enrolaram seu público, usando tais estratégias ora na forma, ora no conteúdo de seus trabalhos – e, muitas vezes, em ambos. O título refere-se a uma cidade subterrânea situada em algum lugar da Amazônia onde, reza a lenda, uma antiga civilização viveu e prosperou há milhares de anos atrás. Sua história é envolta em mistérios, mortes e mitos.

Em cartaz | “Akakor”, coletiva com Felipe Cohen e Marcius Galan

(São Paulo, SP) Akakor é uma exposição que reúne atos de charlatanismo no meio artístico. As curadoras estão interessadas em métodos através dos quais artistas enganaram, iludiram, traíram e enrolaram seu público, usando tais estratégias ora na forma, ora no conteúdo de seus trabalhos – e, muitas vezes, em ambos. Ao escolher o charlatão (isto é, “a pessoa que pretende ou alega ter mais conhecimento ou habilidades do que ele ou ela realmente possui”), como o herói da mostra, as curadoras propõem uma reflexão sobre um assunto que não só é pertinente para a arte, mas urgente para a sociedade.

Coletiva “Akakor” recebe obras de Felipe Cohen e Marcius Galan

(São Paulo, SP) Akakor é uma exposição que reúne atos de charlatanismo no meio artístico. As curadoras estão interessadas em métodos através dos quais artistas enganaram, iludiram, traíram e enrolaram seu público, usando tais estratégias ora na forma, ora no conteúdo de seus trabalhos – e, muitas vezes, em ambos. O título refere-se a uma cidade subterrânea situada em algum lugar da Amazônia onde, reza a lenda, uma antiga civilização viveu e prosperou há milhares de anos atrás. Sua história é envolta em mistérios, mortes e mitos.

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