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Coletiva e individual lado a lado em galeria paulista

(São Paulo, SP) A Galeria Millan inaugurou duas exposições esta semana. Com curadoria da indicada ao Prêmio PIPA 2010 e 2017 Regina Parra, “Respirar sem oxigênio” explora como o corpo contemporâneo pode se transformar em lugar de potência através do trabalho de 24 artistas, seis deles indicados ao Prêmio PIPA. Já “Miss Natural e outras pinturas” individual da indicada ao Prêmio PIPA 2017 Ana Prata, apresenta cerca de 20 pinturas à óleo.

Últimos dias | “Liberdade em movimento”, coletiva com André Severo e Runo Lagomarsino

(Porto Alegre, RS) A mostra aborda o papel da caminhada na prática artística contemporânea com seus múltiplos desdobramentos e possibilidades e ainda traz à tona importantes questionamentos sociais, políticos e poéticos que permeiam a arte contemporânea. Utilizado desde o dadaísmo, o ato de andar ganha maior projeção a partir dos anos 60, quando passa a representar uma possibilidade de fazer artístico que busca distanciar-se do apelo comercial e focar-se na ação em si.

André Severo e Runo Lagomarsino em coletiva sobre caminhada

(Porto Alegre, RS) “Liberdade em movimento” aborda o papel da caminhada na prática artística contemporânea, seus múltiplos desdobramentos e possibilidades. Um tensionamento que perpassa a mostra é o conflito entre ação e registro. O que o público vê não é o trabalho em si, mas apenas parte dele, sua porção de registro – por natureza, parcial e limitada em relação à ação que lhe deu origem.

“Liberdade em movimento” reúne obras de André Severo e Runo Lagomarsino

(Porto Alegre, RS) Um tensionamento que perpassa a mostra é o conflito entre ação e registro. O que o público vê não é o trabalho em si, mas apenas parte dele, sua porção de registro – por natureza, parcial e limitada em relação à ação que lhe deu origem. Nas palavras do curador Jacopo Crivelli Visconti, “a disposição para entregar o aspecto final da obra ao acaso, pelo viés da intervenção mais ou menos direta dos outros, confirma o desinteresse dos artistas aqui reunidos para um objeto artístico convencional, perfeitamente acabado.”

Últimos dias | “Decifrações”, mostra coletiva com Daniel Escobar, Luciana Paiva e Virgílio Neto

(Brasília, DF) A mostra, que em breve se encerrará, promete ser um espaço onde se une códigos, superfícies, ensaios, croquis, ideias e esboços dos universos imagéticos e das letras, e onde artistas influenciados pela literatura investigam múltiplos universos de modo contemporâneo por meio da fotografia, da instalação, do desenho e do objeto, e outras linguagens. Os temas são abordados de diversas maneiras, por técnicas e conteúdos variados.

“Liberdade em movimento” | Mostra coletiva com André Severo e Runo Lagomarsino

(Porto Alegre, RS) Um tensionamento que perpassa a mostra é o conflito entre ação e registro. O que o público vê não é o trabalho em si, mas apenas parte dele, sua porção de registro – por natureza, parcial e limitada em relação à ação que lhe deu origem. Nas palavras do curador Jacopo Crivelli Visconti “a disposição para entregar o aspecto final da obra ao acaso, pelo viés da intervenção mais ou menos direta dos outros, confirma o desinteresse dos artistas aqui reunidos para um objeto artístico convencional, perfeitamente acabado.”

“Decifrações”, mostra coletiva em Brasília

(Brasília, DF) 12 artistas investigam as surpreendentes junções entre códigos, superfícies, ensaios, croquis, idéias e esboços dos universos imagéticos e das letras, por meio da fotografia, da instalação, do desenho e do objeto, entre outros. “Decifrar é selecionar o conteúdo de seus recipientes”, escreve o filósofo tcheco Vilém Flusser (1920-1991). A mostra reúne uma seleção ampla de artistas brasileiros e um estrangeiro, mostrando a abordagem do tema “Decifrações” de diversas maneiras. Daniel Escobar, Luciana Paiva e Virgílio Neto estão entre os participantes.

Última semana | “Fato aberto: o desenho no acervo da Pinacoteca do Estado”

(São Paulo, SP) Composta por cerca de 140 obras, a mostra tem como objetivo apresentar ao público um grupo de desenhos do acervo da Pinacoteca, reunidos ao longo dos seus mais de 100 anos de história e raramente expostos. O titulo da exposição foi inspirado em um texto de Mário de Andrade intitulado Do desenho. Segundo ele, o desenho é “uma transitoriedade e uma sabedoria” e que ele é “por natureza, um fato aberto.”.

“Fato aberto: o desenho no acervo da Pinacoteca do Estado”

(São Paulo, SP) Composta por cerca de 140 obras, a mostra tem como objetivo apresentar ao público um grupo de desenhos do acervo da Pinacoteca, reunidos ao longo dos seus mais de 100 anos de história e raramente expostos. O titulo da exposição foi inspirado em um texto de Mário de Andrade intitulado Do desenho. Segundo ele, o desenho é “uma transitoriedade e uma sabedoria” e que ele é “por natureza, um fato aberto.”.

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