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Com mais de 40 participantes, coletiva explora os “lugares do delírio”

(Rio de Janeiro, RJ) Idealizada originalmente por Paulo Herkenhoff, estreou essa semana no Museu de Arte do Rio (MAR) a exposição “Lugares do delírio”, dedicada a explorar as fronteiras entre a normalidade e a loucura. Curada por Tania Rivera, a mostra conta com cerca de 150 trabalhos, realizados tanto no circuito artístico tradicional como em instituições psiquiátricas; afinal, defende Rivera, se “os lugares do delírio são muitos e variados”, a arte talvez “seja o campo no qual o delírio mais se põe em jogo – e nunca se esgota”.

Últimos dias | “Exposição de galeria”, individual de Ana Linnemann

(Rio de Janeiro, RJ) Em “Exposição de galeria”, a artista propõe um exercício perspectivista e o faz evitando simultaneamente o caminho da utopia materialista ou do onirismo surrealista. Nada está situado numa região revolucionária de sonhos, são objetos infrarealistas que liberam o riso das formas aptas a mudar de espécie, perder ou abandonar sua anatomia. Impossível saber se esse riso é um mau presságio ou sintoma de um alívio, mas é seguramente o índice do tumulto criado na lógica identitária que postula tradicionalmente o objeto a partir do ajuste entre forma e função.

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Ana Linnemann apresenta sua nova individual, “Exposição de galeria”

(Rio de Janeiro, RJ) Ana Linnemann não reflete sobre objetos, pensa com eles. O próprio objeto, em sua concretude aparentemente imutável, revela-se aqui dispositivo dinâmico, deflagrador de perguntas para as quais as respostas são novas questões que conversam entre si. O que mostramos quando expomos? Será o/a artista um tipo de Sísifo obstinado na repetição infinita de um gesto tragicamente ineficaz? Ou um tipo de clown cujo heroísmo é a exibição de sua própria impotência? E um objeto? E um objeto mutante? Será o estorvo da espécie que arrasta a espécie consigo ou a aberração que inaugura uma nova linhagem?

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Abertura | “Exposição de galeria”, individual de Ana Linnemann

(Rio de Janeiro, RJ) A Luciana Caravello Galeria de Arte recebe a partir de 23 de julho a individual de Ana Linnemann, “Exposição de galeria”. Segundo a artista, “Exposição de galeria vai examinar formatos comuns ao universo das galerias: pinturas e desenhos, porém numa condição de dissidência — pinturas, mas nem tanto assim e desenhos,…

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“Exposição de galeria”, individual de Ana Linnemann

(Rio de Janeiro, RJ) Segundo a artista, “Exposição de galeria vai examinar formatos comuns ao universo das galerias: pinturas e desenhos, porém numa condição de dissidência — pinturas, mas nem tanto assim e desenhos, mas nem tanto assim. Poderia-se dizer que são esculturas, cujo material é a pintura e objetos, cujo material é o desenho. Existe também uma máquina, que chuta a parede repetidamente. Ela se chama O artista.”

Hoje | Programação de performances e conversa em torno da “Encruzilhada”

(Rio de Janeiro, RJ) As obras apresentadas estão organizadas em torno de seis núcleos que tratam do espaço físico da encruzilhada – onde acontecem as manifestações políticas, o carnaval, o flerte, o movimento de trânsito e a macumba, e também das situações em que se faz imperativa uma decisão. Hoje, uma programação especial de performances acontece durante todo dia. Uma conversa com os participantes da Agência Transitiva, espaço-veículo para ações e estudos não-convencionais em arte, política e história das ideias, também acontece.

Vivian Caccuri promove Caminhada Silenciosa como parte da mostra “Encruzilhada”

(Rio de Janeiro, RJ) Em “Encruzilhada”, as obras estão organizadas em torno de seis núcleos que tratam do espaço físico da encruzilhada – onde acontecem as manifestações políticas, o carnaval, o flerte, o movimento de trânsito e a macumba, e também das situações em que se faz imperativa uma decisão. Durante o período da exposição, haverá uma programação semanal de performances, encontros e conversas, além de alterações na montagem, resultando em novas vivências do público. Amanhã, uma programação nova de performances será realizada durante a exposição.

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