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Novos e antigos olhares sobre a Avenida Paulista em exposição do MASP

(São Paulo, SP) Não só de cartões-postais vive a Avenida Paulista. Símbolo de São Paulo, o endereço carrega consigo as contradições e tensões da própria cidade. Foi pensando nisso que o MASP decidiu organizar “Avenida Paulista”, coletiva que apresenta antigos e novos olhares sobre a avenida centenária. Os antigos correspondem a documentos dos mais diversos, entre fotografias, objetos, cartazes e outros, produzidos de 1891 a 2016; já os novos aparecem através do olhar de 17 artistas contemporâneos – nove deles já indicados ao PIPA –, em projetos comissionados especialmente para a exposição.

Exposição “…pegaríamos as coisas onde elas crescem, pelo meio…” em cartaz

(São Paulo, SP) O projeto de Galciani Neves “…pegaríamos as coisas onde elas crescem, pelo meio…” foi selecionado através de edital proposto por galeria paulista e conta com artistas como Fabio Morais e Thiago Honório. O resultado é um conjunto de obras paralisadas em momentos de transição e acontecimentos, como se precisassem ser continuadas na interpretação dos observadores.

Abertura mostra “… pegaríamos as coisas onde elas crescem, pelo meio…”

(São Paulo, SP) O projeto coletivo aborda o conceito do meio como uma forma de fugir das definições normativas e limitações que as exigências de um começo e um fim causam na arte. O resultado é um conjunto de obras paralisadas em momentos de transição e acontecimentos, como se precisassem ser continuadas na interpretação dos observadores. Fabio Morais e Thiago Honório estão entre os participantes.

“…pegaríamos as coisas onde elas crescem, pelo meio…” tem proposta curatorial inspirada em Deleuze

(São Paulo, SP) O título/proposta curatorial é uma citação do filósofo pós-estruturalista francês Gilles Deleuze, para o qual as definições normativas e a exigência de começos e fins limitam a arte. Partindo deste pressuposto, os artistas se propuseram a criar e reunir obras sem desfecho, que sugerem uma continuidade para além delas. O “meio”, neste projeto, é um momento de transição, um convite ao público para descobrir os percursos polissêmicos propostos por cada artista. O “meio” é sempre um começo, uma continuação, um flerte com o público rumo a diversas construções de significado.

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