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Luiz Hermano apresenta variedade de obras em nova individual

(Recife, PE) “Sonhar é a faculdade que está na base de toda a sua obra. Uma peça dá caminho para outra ou forma uma família de trabalhos, que também pode desencadear em outra série de esculturas. Luiz Hermano transita de um material a outro fazendo, tecendo, amarrando, amassando, ajuntando. É o fazer artístico que nasce antes nas suas próprias mãos.”

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Abertura | “Rede de Memórias”, individual de Luiz Hermano

(Recife, PE) “Sua obra é espaço do encantamento, de alumbramento. São essas as questões que estão em sua poética. Como em todas as suas exposições, as suas esculturas e desenhos pedem uma exploração sensorial visual e tátil de quem os observa. Não há elementos preciosos, pobres ou desinteressantes. Tudo pode se tornar parte de suas insólitas, engraçadas e estranhas engenhocas”, afirma o curador Ricardo Resende

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“Rede de Memórias”, individual de Luiz Hermano

(Recife, PE) “Sua obra é espaço do encantamento, de alumbramento. São essas as questões que estão em sua poética. Como em todas as suas exposições, as suas esculturas e desenhos pedem uma exploração sensorial visual e tátil de quem os observa. Não há elementos preciosos, pobres ou desinteressantes. Tudo pode se tornar parte de suas insólitas, engraçadas e estranhas engenhocas”, afirma o curador Ricardo Resende

Últimos dias | “Matéria Superordinária Abundante”, mostra individual de Cristiano Lenhardt

(Recife, PE) Cristiano Lenhardt conta que sempre observou o tipo de organização social dos índios no Brasil e sua cultura, tendo se aprofundado de uns anos para cá. Ele compartilha da ideia de alguns autores de que a vida indígena seria o que poderia mudar o rumo da sociedade no Brasil. “Falo de um ponto de vista em que acredito que essa terra é indígena e deveria ser respeitada como tal, só que não é assim e nem nunca foi”, pontua.

Últimos dias | “Animattack”, mostra individual de Bruno Vilela

(Recife, PE) O título da exposição, “Animattack”, é uma palavra criada da fusão de duas outras: Anima e Attack. O artista teve como fonte a definição do termo Anima, proposta por Carl Jung, que a percebe como uma espécie de Deusa, uma metáfora para esse espírito que representa o inconsciente masculino. Através desse olhar, se resgatam as figuras da Grande Mãe, da Feiticeira, da Bruxa, da Santa, presentes em centenas de civilizações, há milênios, nas mais diversas religiões.

ArtRio 2014 | Confira a programação e as principais galerias participantes

(Rio de Janeiro, RJ) Um dos principais eventos da agenda culturais do país, a ArtRio chega à sua quarta edição entre os dias 10 e 14 de setembro, no Píer Mauá. A Feira Internacional de Arte do Rio é dividida em quatro programas: Panorama, voltado para galerias já estabelecidas no circuito internacional de arte moderna e contemporânea; Vista, para galerias com foco em arte contemporânea que desenvolveram propostas artísticas especialmente para feira; Lupa, uma coletiva de esculturas de grandes dimensões e site-specifics; e Solo, projeto independente, com curadoria de Julieta Gonzalez e Pablo Leon de La Barra.

Últimos dias | “Lugar Nenhum” de Kilian Glasner

(Recife, PE) Esses são os últimos dias para conferir a exposição individual do pernambucano Kilian Glasner, onde estarão expostas as séries Infinito, realizada a partir de elementos que o artista colheu em suas viagens como pistas de decolagem, estradas, pontes e caminhos, que são transportados para ambientes improváveis; e Obscura, que retrata paisagens noturnas como imagens de constelações, mapas e cabanas na natureza, numa referência ao tempo em que o artista se dividiu entre Berlim e Itamaracá (PE).

Mostra individual “Lugar Nenhum”, de Kilian Glasner

(Recife, PE) Nos trabalhos da série Infinito, Kilian utiliza elementos retirados de fotografias que colheu nas suas viagens. Pistas de decolagem, estradas, pontes e caminhos são transportados para ambientes improváveis. Os lugares retratados são aparentemente reais, porém inexistentes no mundo real, de acordo com Glasner. É desse conceito de um “não lugar” que surge o título da exposição, Lugar Nenhum.

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