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“Ex África” traz ao Brasil uma das maiores exposições de arte africana contemporânea

(Belo Horizonte, MG) Os indicados ao Prêmio PIPA Arjan Martins e Dalton Paula são os únicos brasileiros a participar de “Ex África”, coletiva que começou nesta quarta no CCBB Belo Horizonte. Uma das maiores mostras sobre arte contemporânea africana já realizadas no país, ela apresenta uma visão do continente livre de estereótipos, reunindo, além dos nomes citados, obras de artistas de oito países africanos.

Últimos dias | 2ª Bienal de Montevidéu, com Cao Guimarães, Marcelo Moscheta e Maurício Ianês

(Montevidéu, Uruguai) O tema da segunda edição é “500 Anos de Futuro” e busca definir o presente, a cada momento da história, como uma projeção do futuro. Nas palavras do curador-geral Alfons Hug, “Às vezes o futuro parece ao alcance do toque; outras ele se torna inacessivelmente distante. Por vezes essa distância é medida em nanosegundos, ou em anos, décadas e séculos”.

Cao Guimarães, Marcelo Moscheta e Maurício Ianês participam da 2ª Bienal de Montevidéu

(Montevidéu, Uruguai) O tema “500 Anos de Futuro” busca questionar a definição de futuro e sua presença em cada momento da história. À luz do extermínio histórico da colonização, não é de se estranhar que na América do Sul o futuro também tenha sido adiado algumas vezes. Isso se aplica especialmente ao Brasil, o eterno “país do futuro”. Se este futuro foi alcançado pela primeira vez, isso se deve a uma aceleração cultural da qual participaram as bienais de arte.

2ª Bienal de Montevidéu tem participações de Cao Guimarães, Marcelo Moscheta e Maurício Ianês

(Montevidéu, Uruguai) Sob o título “500 Anos de Futuro”, foi inaugurada esta semana a 2ª Bienal que ocupa a capital do Uruguai. “Entre os hemisférios, a Bienal de Montevidéu dissemina grandes narrativas que por vezes reduzem e às vezes aumentam as distâncias temporais e espaciais entre os continentes, e às vezes ainda os fazem converger. O título sugere que a cada momento da história o presente foi uma projeção do futuro. Talvez o passado e o presente não sejam nada além de acumulações de “futuros” imaginários dentre os quais estão 500 anos divididos em duas metades, porque na América do Sul sempre se incorporou a história europeia.”, comenta Alfons Hug, curador-geral da Bienal.

Primeira Bienal de Montevidéu

Com obras de 50 artistas do mundo todo, curadoria de Alfons Hug e as co-curadoras de Paz Guevara e Patricia Bentancur, participam da 1ª Bienal de Montevidéu os indicados ao PIPA Paulo Nazareth e Paulo Vivacqua. Restam apenas dois dias para visitar.

Coletiva em Shanghai traz artistas PIPA

Em “Place of Residence – with Artists from Brazil and China”, expressões de artistas através de objetos da vida cotidiana incorporam os significados simbólicos sociais e culturais que proporcionam portas mais abertas para o público a ler e compreender a arte contemporânea.

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