Tagged Alexandre Vogler

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“Quando o mar virou Rio” narra a história da relação entre a cidade maravilhosa e o mar

(Rio de Janeiro, RJ) É um paradoxo: apesar de ter “rio” no nome, a cidade do Rio de Janeiro é muito mais associada ao mar e à praia do que a qualquer outra formação natural. A história dessa relação é narrada em “Quando o mar virou Rio”, que começa hoje no Museu Histórico Nacional. Curada por Isabel Seixas, Diogo Rezende e Letícia Stallone, a mostra reúne obras de 25 artistas, seis deles já indicados ao Prêmio PIPA.

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Leilão com obras de 30 artistas acontece na sexta-feira no Arte Clube Jacarandá

(Rio de Janeiro, RJ) Acontece na próxima sexta-feira, 23 de dezembro, o leilão da exposição “Arte como oferenda”. Organizado por três membros do terreiro Ilé Omiojùárò, de Beata de Iyemonjà – os artistas Afonso Tostes e Aderbal Ashogun, do Coletivo Firma Ponto, e Ronald Duarte – o evento tem como objetivo angariar recursos de infraestrutura para o terreiro, além da elaboração de um calendário religioso e cultural para o espaço.






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Camden Sentido e PIPA – Alexandre Vogler e Arthur Scovino

O Instituto PIPA, em parceria com Camden Sentido, irá exibir uma mostra de vídeos online, com curadoria de Luiz Camillo Osorio. Dez artistas foram selecionados e seus trabalhos serão exibidos em pares de acordo com o tema um país, muitos mundos / diversidade/adversidade: 1 pós-colonialidade e altermodernidade; 2 religião e política; 3 tropicalismo e gênero; 4 conflitos sociais em uma sociedade fraturada. Os vídeos selecionados para a mostra, exclusiva em nosso site, poderão ser vistos entre junho e outubro. O terceiro vídeo, que vai ao ar hoje até 9 de setembro, irá mostrar os trabalhos “Base para Unhas Francas”, de Alexandre Vogler e “Recanto dos Aflitos” de Arthur Scovino.






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Prêmio PIPA entrevista artistas indicados ao PIPA 2016

Assista às entrevistas exclusivas com os artistas Alexandre Vogler, Gustavo Speridião, Paulo Nazareth, Pedro Wirz e Vanderlei Lopes, que participam da 7ª edição do Prêmio. Com elas conhecemos melhores os artistas, suas carreiras, idéias e motivações. Os vídeos são um conteúdo exclusivo do Prêmio, produzido pela Matrioska Filmes.






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Alexandre Vogler fala sobre seu envolvimento com a arte na infância em entrevista exclusiva ao Prêmio PIPA

Indicado pela segunda vez ao Prêmio, Alexandre Vogler diz que “faz arte por uma história pessoal e não por uma necessidade do mundo” e conta de seu envolvimento com a arte desde a infância. O artista também fala sobre o seu trabalho “Block Letter” em que letras em blocos ficavam disponíveis na praia para que pessoas escrevessem e comenta sobre seu interesse em produções espontâneas. Assista à entrevista exclusiva.






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PIPA participa do evento “Camden Sentido” com curadoria em mostra de vídeos online

PIPA estará participando de Camden Sentido, um programa anual de artes organizado pela Borough of Camden, Londres. Para coincidir com os Jogos Para/Olímpicos de 2016 e o São Paulo Arte Bienal, este ano Camden irá destacar todas as coisas do Brasil unindo o espírito do Brasil com o espírito de Camden através dos sons, cheiros, gostos, visões e sentimentos que os conectam. PIPA vai participar do evento com uma mostra de vídeos online com curadoria de Luiz Camillo Osorio, que selecionou 10 vídeos de artistas para serem exibidos online, exclusivamente para o nosso site, ao longo dos meses de junho a outubro. Os artistas foram escolhidos entre os participantes no Prêmio PIPA de 2010 – 2016 e de acordo com o tema “Brasil – um país, muitos mundos”.






Novos vídeos exclusivos | Entrevistas com Alexandre Vogler e Alice Miceli

Assista a duas entrevistas exclusivas com artistas indicados em 2014 lançadas esta semana.
Alexandre Vogler, que tem formação em pintura, conta do gosto por experimentar outros meios “para correr riscos”, fala sobre uma instalação e uma peça de teatro musical criadas recentemente, levanta questões sobre as práticas de formação de acervo de instituições publicas que incorporam coleções privadas e comenta por que fica temeroso com relação a isso.
Alice Miceli, que é finalista do PIPA nesta edição, responde à uma pergunta da crítica e curadora Alejandra Muñoz e fala de sua metodologia de trabalho: “minha forma de trabalhar envolve projetos de uma pesquisa muito densa, e ai tem várias questões que aparecem no processo de elaborar um trabalho”. Miceli comenta sobre projeto que desenvolveu em Chernobyl e revela que em seu próximo trabalho irá explorar lugares onde há contaminação por mina.






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