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Coletiva com 36 artistas discute a pintura em tempos de Internet

(Rio de Janeiro, RJ) A Caixa Cultural Rio de Janeiro apresenta, neste sábado, a exposição “A luz que vela o corpo é a mesma que revela a tela”, que discute como a pintura, por muitos considerada um artigo “do passado”, ainda é capaz de dialogar com o mundo contemporâneo. Para isso, reúne 36 artistas cuja produção se iniciou no fim dos anos 1990. “O fato de terem suas pesquisas desenvolvidas e afirmadas após o surgimento da internet não é um dado conceitual, e sim um recorte curatorial para investigar um momento específico da história”, explica o curador Bruno Miguel.

Agnaldo Farias é curador da mostra Programa Bolsa Pampulha

(Belo Horizonte, MG) A exposição ocupa diversos espaços do MAP: salão nobre, mezanino, sala multiuso e área externa. São obras de varias linguagens diferentes, entre elas desenho, pintura, instalação, vídeos e intervenções urbanas. “Esta exposição mostra o resultado da experiência que o programa proporcionou aos residentes”, diz a gestora Michelle Mafra.

Em cartaz | Exposição do Programa Bolsa Pampulha, com curadoria de Agnaldo Farias

(Belo Horizonte, MG) Durante o período de residência em BH, os artistas contemplados pelo programa desenvolveram trabalhos de pesquisa, criação e produção de obras de arte, orientados por uma comissão composta pelo professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, crítico de arte e curador Agnaldo Farias, pela artista Elisa Campos, pela gestora cultura Marta Ruiz e pelo curador do Museu Bispo do Rosário, Ricardo Resende.

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