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Com curadoria de Luiz Camillo Osorio, individual de Abraham Palatnik traz obras inéditas

(São Paulo, SP) “Olhar seus trabalhos é um exercício intelectual aliado ao mais genuíno prazer estético”, comenta Luiz Camillo Osorio sobre Abraham Palatnik, famoso por suas obras cinéticas. O curador do Instituto PIPA é o responsável pela seleção dos trabalhos de “Ver, Mover”, individual que Palatnik – às vésperas de completar 90 anos – inaugura neste fim de semana na Galeria Nara Roesler.

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Coletiva “Cromofilia vs. Cromofobia” ganha continuação no Rio de Janeiro

(Rio de Janeiro, RJ) Encerrada na semana passada, a exposição “Cromofilia vs. Cromofobia”, da galeria Nara Roesler, propunha uma batalha hipotética entre a tabela cromática, inventada nos anos 1960, e o círculo cromático, conhecido pelo menos desde o século XVII. Pois a guerra ainda não se deu por terminada pela curadora e diretora artística da galeria, Alexandra Garcia Waldman. Uma nova batalha se inicia, assim, ainda que em um novo território: “Cromofilia vs. Cromofobia: Continuação” abriu essa semana, dessa vez na sede carioca da galeria.

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Últimos Dias | Coletiva “Cromofilia vs. Cromofobia” investiga a cor

(São Paulo, SP) A invenção da tabela cromática na década de 1960 trouxe uma liberdade sem precedentes para os artistas ao oferecer uma alternativa ao tradicional e rígido círculo cromático. É essa liberdade que é celebrada em “Cromofilia vs. Cromofobia: investigações da cor”, coletiva da Galeria Nara Roesler que entra hoje em sua última semana. Com obras de 18 artistas – entre eles os já indicados ao Prêmio PIPA Antonio Dias, Bruno Dunley, Cao Guimarães, Lucia Koch e Rodolpho Parigi – a mostra desafia os espectadores a experimentar a cor.

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“cromofilia vs cromofobia” | Liberdade e autonomia no uso da cor

(São Paulo, SP) Antonio Dias, Bruno Dunley, Cao Guimarães, Lucia Koch e Rodolpho Parigi participam da coletiva “cromofilia vs cromofobia”, que gira em torno da batalha entre a cartela de cores versos o círculo cromático. Tomando como base teórica o ensaio de David Batchelors, “Cromofilia”, de seu livro Chromophobia, a exposição analisa como os artistas contemporâneos jogam, destroem e revelam a tensão entre o uso de cores industriais do período pós 1960 e o advento da cartela de cores. Batchelor descreve a tabela de cor como “uma lista descartável de cores prontas”.

Mostra em homenagem a Abraham Palatnik tem obras de Paulo Nenflídio e Rodrigo Andrade

(São Paulo, SP) “Diálogos com Palatnik” possui um núcleo de inventores, seguindo uma espécie de metodologia à la Palatnik. Destacam-se artistas e coletivos com trajetórias que não têm relação direta com as tendências construtivas e tampouco possuem signos geométricos nas obras apresentadas, porém flertam com a manufatura, o apuro técnico e a integração com a tecnologia, além de considerarem uma outra relação com o ateliê, variando entre uma semelhança com uma oficina ou um lugar multifacetado em que predomina o dado meticuloso no exercício da produção manual.

Últimos dias | “Inventário da Paixão” e “Cor, Luz e Movimento”

(Rio de Janeiro, RJ) Instituído em 2004, o Prêmio homenageia o colecionador Marcantonio Vilaça, falecido em 2000 aos 37 anos, que se empenhou com afinco a lançar e divulgar novos artistas no mercado brasileiro e internacional de arte, tendo doado diversas obras de sua coleção para museus em todo o mundo. Eduardo Coimbra e Wagner Malta Tavares integram a mostra “Cor, luz e movimento”, em homenagem ao pioneiro da arte cinética brasileira Abraham Palatnik. A mostra apresenta uma sala especial com oito trabalhos de Palatnik e 38 obras de 14 artistas que se relacionam com sua poética.

“Diálogos com Palatnik”, mostra coletiva com Paulo Nenflídio e Rodrigo Andrade

(São Paulo, SP) Para aprofundar o conhecimento na produção de Abraham Palatnik, o Museu de Arte Moderna de São Paulo convidou o curador Felipe Scovino para realizar uma exposição com obras do acervo que conversassem com a retrospectiva “Abraham Palatnik – A Reinvenção da Pintura”. O resultado está nesta mostra que traz 39 obras de 26 artistas diferentes, e caminha por duas vertentes que são próprias na trajetória de Palatnik: a capacidade de alargar as propriedades sobre a pintura e a aplicação da artesania na fabricação das obras.

Mostras “Inventário da Paixão” e “Cor, luz e movimento” reúnem dezenas de artistas consagrados

(Rio de Janeiro, RJ) Nesta que é a quinta edição do prêmio, pela primeira vez, trinta trabalhos serão selecionados para uma mostra no Instituto Inhotim, detentor de um dos maiores acervos de arte contemporânea do mundo. As obras serão expostas no parque em abril de 2015 e de lá sairão os cinco vencedores do Prêmio, que receberão uma bolsa de pesquisa de 40 mil reais.

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