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Barbara Wagner, Berna Reale, João Castilho, Paulo Nazareth e Tony Camargo participam da coletiva “Humanas Interlocuções”

(Porto Alegre, RS) Abrangendo cerca de 50 anos de produção artística (de 1960 a 2016), a seleção de trabalhos tem como núcleo articulador o potente emprego do corpo pelos artistas: seja como suporte, seja como tema de investigação criativa; ou, ainda, como vetor de problematização da subjetividade em relação a diferentes esferas – simbólicas, políticas, sociais e culturais.

Ivan Grilo
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arteBA 2016 | Conheça os artistas e galerias participantes

A Feira de arte contemporânea de Buenos Aires, a arteBA, chega à sua 25ª edição e apresenta um programa com 85 galerias de 14 diferentes países. Com a participação de seis galerias brasileiras, o evento conta com obras de André Komatsu, Ivan Grilo, Marcelo Cipis, Marilá Dardot, Nino Cais e Odires Mlászho.

daniel rangel
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“Palavra em Movimento – Arnaldo Antunes” estreia hoje com curadoria de Daniel Rangel

(Rio de Janeiro, RJ) A exposição reúne caligrafias, colagens, instalações e objetos poéticos, além de adesivos, cartazes, áudios e vídeos, sintetizando as três décadas do trabalho eclético de Arnaldo Antunes, com ênfase na sua produção no âmbito do circuito das artes visuais contemporâneas. A poesia do artista emerge em meios a técnicas diversas, trabalhando a palavra irrompida em suas dimensões verbais, sonoras e visuais.

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Em entrevista ao Pipa, Naiana Magalhães fala sobre seus trabalhos em vídeo

Naiana Magalhães começou com a pintura e o desenho, práticas que serviram como base para seus trabalhos em video. A artista acredita que é através do video que ela encontra a razão para todas as questões narrativas de imagem e de construção. Anualmente os artistas que participam do PIPA são convidados a gravar uma entrevista em vídeo com exclusividade para o Prêmio. Com elas conhecemos melhor os artistas, suas carreiras, idéias e motivações. As entrevistas são gravadas por Skype e produzidas pela Matrioska Filmes.

“eufonia”, vídeo, 2012, 7', vídeo que faz parte de uma série gravada durante o projeto “ventríloquo ou minha voz é uma máquina”, quando a artista permaneceu um mês e meio na Ucrânia falando unicamente através de um sintetizador de voz
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Luísa Nóbrega conta como o estilo de vida nômade influencia em seus trabalhos em entrevista exclusiva ao Pipa

Há quatro anos Luisa Nóbrega vive entre residências artísticas e casa de amigos, nunca ficando mais de 3 meses em um mesmo lugar. Para a artista, que trabalha com questões que envolvem comunicação e linguagem, viajar é um exercício na prática da troca de códigos. Nóbrega explica: “É performance o jeito que a gente senta pra comer no restaurante, que a gente se apresenta para alguém, o jeito que a gente anda na rua, onde a gente pode sentar ou não, que tipo de roupa a gente veste em cada lugar. Tudo isso são códigos de performance”.

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