Marcelo Coutinho

Campina Grande, PB, 1968.
Vive e trabalha em Recife, PE.

Indicado ao PIPA 2016.

Trabalhando com várias linguagens, de performance à instalações e intervenções em paisagens, nos últimos 20 anos Marcelo Coutinho se dedicou exclusivamente ao vídeo, cinema digital e literatura. Autor de “Antão, O Insone” (Documento Areal e Editora Zouk, 2008) e “Isso”, (Documento Areal e Ed. Confraria do Vento, a ser publicado em 2016). Há 20 anos constrói um dicionário em que nomeia sensações vividas por ele que não possuem representação no tecido das línguas. Em seu trabalho de vídeo e cinema digital vem se dedicando a construção lenta de uma particular vereda poética em que desfaz os limites entre a linguagem cinematográfica e as artes visuais.

“Ao buscar entender aquilo que se passa fora da linguagem, Marcelo Coutinho concentra sua pesquisa plástica e audiovisual em torno da criação de palavras que definem sensações avessas aos códigos preestabelecidos da língua portuguesa. Desde 1997, o artista dedica-se aos neologismos – materializados em performances, objetos, filmes e instalações –, que procuram definir os acometimentos provocados por deslizes perceptivos, rupturas espaciais, lapsos corporais, ausências temporais e invasões repentinas de outras lógicas.” (Luiz Perez Oramas)




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