Claudio Mubarac

Membro do Comitê de Indicação do Prêmio PIPA 2017

Nascido em Rio Claro, SP, em 1959, Claudio Mubarac reside desde 1978 em São Paulo, onde se graduou em Artes Plásticas pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP, em 1982. Nos anos de 1994 e 1995, foi professor conferencista de gravura e desenho da instituição, onde defendeu seu doutorado em 1998. Entre 1984 e 2003, lecionou gravura na Fundação Armando Álvares Penteado -FAAP- e foi orientador do Ateliê de Gravura Museu Lasar Segall, cuja coordenação assumiu a partir de 1989. Desde 2004, é professor de desenho e gravura da ECA/USP, com dedicação exclusiva, na graduação e no Programa de pós-graduação em Artes Visuais, tendo obtido a livre-docência em 2010.

Como artista, tem trabalhos em acervos de vários museus, como por exemplo, na Pinacoteca do Estado de São Paulo, no MAM/SP, MAM/Rio, MAC/USP, Museu Nacional de Belas Artes, Museu de Arte Brasileira, Museu de Gravura de Curitiba, Centro Cultural São Paulo, Instituto Cultural Itaú, Gabinete de Estampas da Biblioteca Nacional da França, Biblioteca de Alexandria, tendo realizado mais de cento e cinquenta exposições desde 1980, individuais e coletivas, dentro e fora do Brasil. Recebeu várias bolsas de estudo em sua carreira, com destaque para as residências na Cité Internacional des Arts, França; no Tamarind Institute, Estados Unidos; London Print Workshop, na Inglaterra e Civitella Ranieri Center, Itália.

Desde 2005 tem feito curadorias para diversas instituições no Brasil, dentre as quais se destacam “O desenho estampado: a obra gráfica de Evandro Carlos Jardim”(2005), que recebeu o Prêmio Bravo de melhor exposição do ano, “Valongo: xilogravuras de Fabrício Lopez” (2009), “Quatro Ensaios Gráficos” (2012/2013) e Imagem(gráfica) 2014/2015, em parceria com Carlos Martins, todas para a Pinacoteca do Estado de São Paulo; “Das dez mil faces: a gravura de Madalena Hashimoto” (2008), para o Instituto Moreira Salles; “Gilvan Samico: primeiras estórias” (2014), Centro Universitário Maria Antônia (USP), com Priscila Sacchettin, e “Goeldi/Jardim: a gravura e o compasso” (2015/2016), para o Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo.


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