Virgínia Pinho

Maranguape, CE, 1985.
Vive e trabalha em Maracanaú, CE.

Indicada ao Prêmio PIPA 2017.

Mestranda em Comunicação na Universidade Federal do Ceará com a pesquisa “Para além da saída da fábrica: imagens do trabalho em Harun Farocki”. Formada no curso de Realização em Audiovisual da Vila das Artes, Fortaleza/Ce (2016). Realizou os seguintes trabalhos: “A saída da Fábrica Cione”, apresentado no 67º Salão de Abril de Fortaleza (trabalho premiado), no 22º Salão Anapolino de Arte, no 8º Arte Pará (trabalho premiado), na 10º Mostra Cine Trabalho e na 16ª edição da Mostra do Filme Livre. “Miragem” (2014), curta metragem exibido no 13º Nóia – Festival Brasileiro de Cinema Universitário, na 18º Mostra de Cinema de Tiradentes, no 5º Jeri Digital, no 25º Cine Ceará (Melhor Produção Cearense e Prêmio Juri Universitário), no Curta Cinema 2015 e na Mostra Arquivo em Cartaz, no Arquivo Nacional. E, “Azimute 263º” (2014), site specifc que compôs a exposição MATERIALIDADES / ATIVAÇÕES / DESLOCAMENTOS, realizada na casa do Barão de Camocim (Fortaleza/Ce). Desenvolve a pesquisa “Paisagens do Trabalho” onde faz microcurtas sobre os mundos do trabalho na cidade de Fortaleza e os publica na internet. Junto com a artista visual Thalita Oliveira (RJ) realizou a residência artística “Experiencia Animada”, em Fortaleza (2015). É curadora da mostra “Harun Farocki: o trabalho com as imagens” que será realizada em agosto de 2017, no Centro Cultural Dragão do Mar (Fortaleza/Ce).

Site: www.virginiapinho.com/


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