Textos críticos Camillo

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“A visualidade do som: Vaz e Taylor” – Leia o texto crítico de Luiz Camillo Osorio

Em mais um texto escrito especialmente para o site do PIPA, Luiz Camillo Osorio discute duas exposições recentes onde sonoridade e visualidade se misturam, a saber: a Guilherme Vaz (CCBB-Rio) e Cecil Taylor (Whitney-NY). Osorio comenta como a música liberou o conceito de sua reclusão cerebral, entregando-lhe uma materialidade ao mesmo tempo invisível e corporal e examina formas de expor obras/poéticas musicais. “O que me interessa aqui (…) é perceber como o uso da potência sonora invadiu o campo ampliado da arte e fez atravessar nele uma materialidade sensível que havia sido esvaziada pela reviravolta conceitual. Não se trata de opor esses polos, da materialidade sônica e da arte conceitual, pelo contrário, mas de perceber sua interação e intensificação recíprocas.” Leia o texto na íntegra.

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“Meio arte, meio não, meio talvez” – Leia o texto crítico de Luiz Camillo Osorio

Em texto escrito especialmente para o site do Prêmio PIPA, Luiz Camillo Osorio discute o estatuto da arte a partir do coletivo inglês ASSEMBLE, vencedor da última edição do Turner Prize.
“Mais uma vez, abriu-se uma polêmica sobre os vencedores. (…) Algumas perguntas que surgiram no debate e que me parecem relevantes: será que há tão poucos bons artistas em atividade no Reino Unido e tão poucas boas exposições no ano, para haver a necessidade de nomear arquitetos? Se há prêmios específicos de arquitetura, porque dar um prêmio de arte para arquitetos? Afinal, arquitetura é arte? A estas perguntas, acrescentaria mais duas: deveria um prêmio de arte, que em tese ajuda na construção de parâmetros sobre a melhor arte do momento, potencializar a desorientação sobre o que seja arte? O que está em jogo nesta desorientação?”.
Leia o texto na íntegra.






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