Textos críticos Camillo

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“Arjan: a pintura e suas vozes imprevistas” – Leia o texto crítico de Luiz Camillo Osorio

“O que faz um artista pintar hoje”? É com essa pergunta que Luiz Camillo Osorio, crítico e curador do Instituto PIPA, inicia o texto crítico exclusivo a seguir, o primeiro de 2017. Partindo do problema da pintura no século XXI, um meio a cada dia mais anacrônico diante de um mundo de avanços tecnológicos crescentes, Osorio analisa a obra de Arjan Martins, cuja última exposição, “Et Cetera”, encerrou-se no mês passado.

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Lançamento do livro “Olhar à margem” de Luiz Camillo Osorio

(Rio de Janeiro, RJ) Luiz Camillo Osorio, curador do Instituto PIPA, junto com a SESI-SP editora, lançam o livro “Olhar à margem”, na próxima terça feira, 13 de dezembro. O livro reúne textos críticos de sua trajetória profissional publicados nos últimos 20 no Brasil e no exterior. “As três partes que constituem o livro – a primeira de delimitação de um território crítico-teórico, a segunda de ensaios específicos, produzidos em contextos variados, sobre a trajetória de uma série de artistas e a terceira de conversas minhas com artistas e críticos/curadores – apresentam formas diferentes de aproximação da arte contemporânea brasileira reunidos sob um mesmo olhar e uma mesma subjetividade crítica.”

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Conversa com Cadu, por Luiz Camillo Osorio

Cadu, vencedor do Prêmio PIPA 2013, é um artista que leva suas propostas, por audaciosas ou mirabolantes que sejam, às últimas consequências. Aqui, ele conversa com o curador do Instituto PIPA Luiz Camillo Osorio sobre influências, técnicas, motivações e seu processo criativo. “Mais do que ser um produtor de objetos de “Arte”, perseguia um estado de “Arte”, a possibilidade de estar em contato com o tabu, a poesia, o misticismo e o simbólico no interior da manutenção da vida”, diz.

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Conversa com Gustavo Martins, por Luiz Camillo Osorio

Luiz Camillo Osorio, curador do Instituto PIPA, conversa com o advogado Gustavo Martins, especialista em direitos autorais, conselheiro do MAM-Rio e estudioso dos parâmetros jurídicos internacionais ligados à arte moderna e contemporânea sobre as questões e desafios jurídicos em torno da arte contemporânea que crescem a cada dia. Leia na íntegra a entrevista publicada com exclusividade no site do Prêmio.

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Conversa com Gustavo Speridião, por Luiz Camillo Osorio

O curador do Instituto PIPA Luiz Camillo Osorio, conversou com Gustavo Speridião – finalista do PIPA 2016 – sobre sua formação, processo produtivo, a importância da experiência pictórica em suas obras e os desafios que surgem para um trabalho político se inserir no mercado de arte. Leia na íntegra a entrevista publicada com exclusividade no site do Prêmio.

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Entrevista com a finalista do PIPA 2016 | Conheça Clara Ianni

Anualmente os artistas que participam do PIPA são convidados a gravar uma entrevista em vídeo com exclusividade para o Prêmio. Com elas conhecemos melhores os artistas, suas carreiras, idéias e motivações. As entrevistas são produzidas pela Matrioska Filmes. Conheça Clara Ianni, a finalista do PIPA 2016, também indicada em 2015 e 2014.

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“Os óculos, o ridículo e o desamparo na arte contemporânea” – Leia o texto de Luiz Camillo Osorio

O curador do Instituto PIPA Luiz Camillo Osorio, escreve o quinto texto exclusivo ao site do Prêmio. “A interpretação, no entanto, é um deslocamento, uma vontade de sentido em busca de uma linguagem que traduza o intraduzível. A interpretação crítica seria, assim, uma tradução sem original – uma construção que desloca e recria aquilo que a mobiliza: a obra”. Leia o texto na íntegra.

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Conversa com Alice Miceli, por Luiz Camillo Osorio

O curador do Instituto PIPA Luiz Camillo Osorio, conversou com Alice Miceli – vencedora do PIPA 2014 – sobre temas relacionados à imagem e seus efeitos políticos, assim como os limites e deslocamentos daquilo que transformamos em imagem em um mundo saturado pela espetacularização. Leia a entrevista publicada com exclusividade no site do Prêmio.

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“A visualidade do som: Vaz e Taylor” – Leia o texto crítico de Luiz Camillo Osorio

Em mais um texto escrito especialmente para o site do PIPA, Luiz Camillo Osorio discute duas exposições recentes onde sonoridade e visualidade se misturam, a saber: a Guilherme Vaz (CCBB-Rio) e Cecil Taylor (Whitney-NY). Osorio comenta como a música liberou o conceito de sua reclusão cerebral, entregando-lhe uma materialidade ao mesmo tempo invisível e corporal e examina formas de expor obras/poéticas musicais. “O que me interessa aqui (…) é perceber como o uso da potência sonora invadiu o campo ampliado da arte e fez atravessar nele uma materialidade sensível que havia sido esvaziada pela reviravolta conceitual. Não se trata de opor esses polos, da materialidade sônica e da arte conceitual, pelo contrário, mas de perceber sua interação e intensificação recíprocas.” Leia o texto na íntegra.

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