Textos críticos exclusivos

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“A arte foi ao banheiro: crise ou solução?”, novo texto da coluna de Luiz Camillo Osorio

Mensalmente, o colunista e curador do Instituto PIPA Luiz Camillo Osorio escreve um texto exclusivo para o site. Este mês, Camillo fala sobre o trabalho “America”, de Maurizio Cattelan, uma privada de ouro maciço que pode ser vista – e usada– no Guggenheim, Nova York. A partir de uma análise da obra, que mistura luxo e lixo, o texto levanta uma reflexão sobre o lugar da arte e seu poder político em um cenário em que ela é, de um lado, capturada pelo mercado e, do outro, institucionalizada, perdendo a força e a acidez crítica que se propõe a ter.

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Conversa com Arjan Martins, por Luiz Camillo Osorio

Um dos artistas mais indicados ao Prêmio PIPA, Arjan Martins tem tido um ano internacional. Em abril, foi à Nigéria para a abertura de “The Atlantic Triangle”, exposição organizada pelo Goethe-Institut Lagos sobre as entre as Américas, a costa africana e a Europa. Hoje, está às voltas com uma residência na Brasileia, em Basel, Suíça. Aqui, Arjan fala sobre essas e outras viagens com o curador do Instituto PIPA, Luiz Camillo Osorio, em mais uma conversa exclusiva para o Prêmio PIPA.






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“Vijai Patchineelam – A Incapacidade de conter o presente” – leia o texto exclusivo de Guilherme Gutman

Membro do Comitê de Indicação do Prêmio PIPA 2016, o crítico e curador Guilherme Gutman analisa aqui a última exposição de Vijai Patchineelam, “od danas do sjutra”. Exigindo de seus espectadores uma atitude menos “passiva” em relação à obra, Patchineelam produz neles uma certa inquietude – justamente o fator que, de acordo com Luiz Camillo Osorio em sua última coluna, “Arte não é informação”, anda escasso na experiência de fruição da arte nos dias de hoje.






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Conversa com Rodrigo Braga, por Luiz Camillo Osorio

Finalista ao Prêmio PIPA 2012, quando também venceu o Voto Popular Exposição, Rodrigo Braga nasceu em Manaus, apesar de ter crescido em Recife, Pernambuco. Em parte graças a essa vivência inicial, em parte graças a seu contexto familiar, sua poética frequentemente aborda a relação entre o homem e a natureza. O assunto é um dos que Braga discute aqui com Luiz Camillo Osorio, curador do Instituto PIPA, em uma entrevista exclusiva que perpassa ainda pela relação do artista com a fotografia e o vídeo, sua formação artística, e a recepção internacional de seu trabalho.






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“As artimanhas do cinismo: Richard Prince x Donald Trump” – leia o texto crítico de Luiz Camillo Osorio

O artista norte-americano Richard Prince causou polêmica no início do ano ao devolver o dinheiro que Ivanka Trump – filha do atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump – tinha pago em uma obra. “Este trabalho não é meu. Eu não o fiz”, ele escreveu no Twitter. A controvérsia motiva o novo texto de Luiz Camillo Osorio para o Prêmio PIPA, que enxerga no caso uma tendência revolucionária: “O que se passou agora foi a possibilidade do artista transformar a arte em não-arte”, ele analisa.






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“Arjan: a pintura e suas vozes imprevistas” – Leia o texto crítico de Luiz Camillo Osorio

“O que faz um artista pintar hoje”? É com essa pergunta que Luiz Camillo Osorio, crítico e curador do Instituto PIPA, inicia o texto crítico exclusivo a seguir, o primeiro de 2017. Partindo do problema da pintura no século XXI, um meio a cada dia mais anacrônico diante de um mundo de avanços tecnológicos crescentes, Osorio analisa a obra de Arjan Martins, cuja última exposição, “Et Cetera”, encerrou-se no mês passado. Unindo crítica social e referências contemporâneas – em “Et Cetera”, uma das imagens mais repetidas nos quadros era a da capa do álbum “Girl talk”, de Oscar Peterson –, Arjan talvez seja capaz de oferecer uma resposta à altura da pergunta de porque pintar na contemporaneidade.






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Lançamento do livro “Olhar à margem” de Luiz Camillo Osorio

(Rio de Janeiro, RJ) Luiz Camillo Osorio, curador do Instituto PIPA, junto com a SESI-SP editora, lançam o livro “Olhar à margem”, na próxima terça feira, 13 de dezembro. O livro reúne textos críticos de sua trajetória profissional publicados nos últimos 20 no Brasil e no exterior. “As três partes que constituem o livro – a primeira de delimitação de um território crítico-teórico, a segunda de ensaios específicos, produzidos em contextos variados, sobre a trajetória de uma série de artistas e a terceira de conversas minhas com artistas e críticos/curadores – apresentam formas diferentes de aproximação da arte contemporânea brasileira reunidos sob um mesmo olhar e uma mesma subjetividade crítica.”






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Conversa com Cadu, por Luiz Camillo Osorio

Luiz Camillo Osorio, curador do Instituto PIPA, conversou com Cadu, vencedor do prêmio em 2013, sobre seu processo criativo idiossincrático. Conhecido por suas abordagens pouco convencionais, que muitas vezes contem um envolvimento pessoal. Cadu aqui discute influências, técnicas, motivações e seus projetos mais recentes em uma trajetória, que, de pinturas a óleo a traquitanas surpreendentes, costura como poucas vida e arte.






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Guilherme Gutman escreve reflexão sobre o texto “Os óculos, o ridículo e o desamparo na arte contemporânea” de Luiz Camillo Osorio

Crítico de arte, curador, médico psiquiatra e psicanalista e professor da PUC-Rio e da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Gutman faz uma reflexão sobre o texto crítico exclusivo “Os óculos, o ridículo e o desamparo na arte contemporânea”, de Luiz Camillo Osorio, publicado no site do PIPA em agosto deste ano. “Tal como disse, certa vez, Helio Oiticica a Lygia Clark, o artista visual forte não tem opção; há sempre algo que se impõe a ele como trabalho. O artista é constrangido à criação, ao fundo de seu desejo, ao que lhe resta como mais idiossincrático, mais particular, ainda que a alto preço.” Leia o texto na íntegra.






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