CONHEÇA OS MEMBROS DO JÚRI DE PREMIAÇÃO DO PRÊMIO PIPA 2019

Diante das mudanças ocorridas no Prêmio PIPA 2019, o vencedor deste ano foi escolhido pelo Juri de Premiação para enfrentar uma nova proposta: uma doação de R$30 mil cedida para a criação de um novo projeto a ser desenvolvido pelo artista durante o ano. É a este prêmio que os quatro finalistas do PIPA 2019, Berna Reale, Cabelo, Guerreiro do Divino Amor e Jaime Lauriano concorrem. Mas quem são os responsáveis por escolher o vencedor?

Todo ano, o Conselho do Prêmio PIPA convida entre cinco e sete especialistas em arte contemporânea para a tarefa, compondo o Júri de Premiação. Descubra quem são os integrantes do Júri na décima edição do Prêmio PIPA.

O anúncio do vencedor do PIPA 2019 será feito no dia 20 de setembro, nos sites do Prêmio PIPA.

Júri de Premiação do PIPA 2019:

– Luiz Camillo Osorio: Idealizador e conselheiro do Prêmio PIPA desde a sua criação, em 2010, é curador do Instituto PIPA, crítico de arte e atual diretor do Departamento de Filosofia da PUC-Rio. Foi curador do MAM-Rio entre 2009 e 2015, Graduou-se em Economia (1985) pela PUC-Rio, realizando entre 1986 e 1987 um Diploma em História da Arte Moderna no Modern Art Studies de Londres e, posteriormente, o mestrado e o doutorado em Filosofia na PUC-Rio. Curador de diversas exposições importantes no Brasil e ao redor do mundo, inclusive do pavilhão brasileiro da 56ª Bienal de Veneza.

Tadeu Chiarelli: Diretor da Pinacoteca do estado de São Paulo. Responsável pelas disciplinas História da Arte no Brasil, séculos XIX e XX, no Departamento de Artes Visuais da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, onde também coordena o Grupo de Estudos Arte&Fotografia. Foi curador-chefe do Museu de Arte Moderna de São Paulo, entre 1996 e 2000 e diretor do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo entre 2010 e 2014. Publicou, entre outros, livros sobre os artistas brasileiros Leda Catunda e Nelson Leirner.

– Raphael Fonseca: Curador do MAC-Niterói e professor do Colégio Pedro II. Doutor em Crítica e História da Arte pela UERJ. Recebeu Recebeu o Prêmio Marcantonio Vilaça de curadoria (2015) e o prêmio de curadoria do Centro Cultural São Paulo (2017). Curador residente na Manchester School of Art (Maio-Agosto de 2016). Entre suas exposições recentes, destaque para “Dorminhocos – Pierre Verger” (Caixa Cultural Rio de Janeiro, 2018), “Regina Vater – Oxalá que dê bom tempo” (Museu de Arte Contemporânea de Niterói, 2017); “Bestiário” (Centro Cultural São Paulo, 2017); “Dura lex sed lex” (Centro Cultural Parque de España, Rosario, Argentina, 2017); “Mais do que araras” (SESC Palladium, Belo Horizonte, 2017), “Quando o tempo aperta” (Palácio das Artes – Belo Horizonte e Museu Histórico Nacional – Rio de Janeiro, 2016); entre outros.

– Regina Silveira: Artista e Bacharel em Artes pelo Instituto de Artes do Rio Grande do Sul (1959), Mestre (1980) e Doutora em Arte (1984) pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Sua carreira docente inclui o ensino no Instituto de Artes do Rio Grande do Sul (1964 a 1969); na Universidade de Puerto Rico, em Mayaguez (1964 a 1973 ); na Faculdade Armando Alvares Penteado, São Paulo (1973 a 1985) ; e na ECA USP, de 1974 ao presente. Artista convidada da Bienal de São Paulo em 1981, 1983, 1998, da Bienal Internacional de Curitiba em 2013 e 2015 e da Bienal do Mercosul em 2001, 2011. Participou da Bienal de La Habana, Cuba, em 1986, 1998 e 2015; Médiations Biennale, Poznan, Polônia, em 2012; 6th Taipei Biennial, Taiwan, em 2006; e 2nd Setouchi Triennale, Japão, em 2016.

– Jessica Gogan: Curadora, pesquisadora e educadora e diretora do Instituto MESA do Rio de Janeiro e editora geral da Revista MESA. Doutora em História da Arte pela Universidade de Pittsburgh nos EUA (2016). Pesquisa e atua nas interfaces entre arte e sociedade com foco nos paradigmas e práticas que atravessam os campos de arte, curadoria e educação. Recentemente lançou o projeto de pesquisa e publicação premiado pelo Itaú Rumos 2016 sobre os Domingos da Criação organizados por Frederico Morais no MAM-RJ em 1971, “Domingos da Criação: Uma coleção poética do experimental na arte e educação”.

Critérios

A definição do vencedor acontece durante reunião do Júri de Premiação na Villa Aymoré. Além de visitar a exposição dos finalistas (que está em cartaz na galeria até 28 de setembro), os jurados têm a oportunidade de analisar os portfólios e demais materiais enviados pelos artistas, entre os quais uma carta na qual cada finalista destaca a intenção do projeto que será desenvolvido caso o artista seja vencedor.

Assim, a decisão do Júri se baseia no portfólio, na carreira, nas obras apresentadas na exposição do Prêmio PIPA na Villa Aymoré, e no pré-projeto elaborado por cada artista. A ponderação desses fatores fica a exclusivo critério dos jurados, podendo inclusive variar a cada ano.

 



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