"Correnteza", Sonia Gomes, 2018

Em nova individual, Sonia Gomes cria elementos inéditos em esculturas

(São Paulo, SP)

Inspirada no poema (Still I Rise), de 1978, da escritora e ativista Maya Angelou (EUA, 1928-2014), Sonia Gomes, indicada ao Prêmio PIPA 2012 e 2016, abre no dia 13 de novembro, até 10/03, “Ainda assim me levanto”, nova exposição no Masp, em São Paulo.

Maya é reconhecida pelas lutas civis que evocou na década de 1970 ao redor do mundo e, estimulada por essa atuação social, Sonia se reinventou para abordar temas cotidianos. A artista, que já é reconhecida pelas esculturas, acrescentou no trabalho galhos e tecidos reutilizados – encontrados em brechós ou oferecidos por terceiros para a artista. O trabalho tenta abarcar concepções de arte em relação à tridimensionalidade, ao volume, ao equilíbrio e à materialidade do têxtil e da madeira, bem como sobre repetição, duplicação, sobreposição e alternância das formas. As obras foram produzidas este ano especialmente para a mostra no Masp e na Casa de Vidro, em parceria entre o museu e o Instituto Bardi.

Com isso, Sonia fala sobre superação e reinvenção, temas alinhados aos conceitos de 2018 e 2019 no Masp. Neste ano, o museu se dedicou a Histórias Afro-atlânticas; no ano que vem, o foco será Histórias das mulheres, Histórias feministas.

“Ainda assim me levanto”, individual de Sonia Gomes 
Curadoria de Amanda Carneiro
Em cartaz de 13 de novembro de 2018 a 10 de março de 2019

Museu de Arte de São Paulo 
Av Paulista, 1578, São Paulo
Horário de funcionamento: ter, 10h às 20h; qua-dom, 10h às 18h
+55 11 3149 5959



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