Cela Luz, "Chickenpox", 2017

A linha nos trabalhos de 15 artistas

(Rio de Janeiro, RJ)

A desconstrução da forma para seu elemento mais básico e essencial: a linha. É esse o guia conceitual da coletiva de fim de ano da Galeria Mercedes Viegas, “O contexto da linha”, que começa esta sexta, 15 de dezembro.

Reunindo obras de 15 artistas contemporâneos representados pela galeria, como Antonio Bokel, Elvis Almeida e Gustavo Speridião, a mostra busca desconstruir as formas, através de pinturas, esculturas e desenhos, num movimento que tende a remeter os primórdios da arte, onde a linha, para o desenho, era fundamental. Ora enfatizada, como no minimalismo, ora despercebida, a linha, no entanto, sempre esteve presente na arte, sendo um elemento conceitual ou não. “As linhas são motivos constantes na arte, mas muitas vezes estão escondidas na nossa percepção”, comenta a galerista.  “Estamos mostrando como a linha aparece, seja por repetição, no caso do Elvis Almeida, ou ao acaso, como no trabalho da Goia Mujali, onde ela retira a pincelada e deixa só o contorno, como se fosse um fantasma da ação”, ela explica.

Este slideshow necessita de JavaScript.

“O contexto da linha”, coletiva com Antonio Bokel, Camile Sproesser, Cela Luz, Cristina Lapo, Duda Moraes, Elvis Almeida, Goia Mujalli, Gustavo Speridião, Julio Villani,  Luiz d’Orey, Marcia Thompson, Marco Veloso, Marcus André, Sandra Mazzini e Talitha Rossi
Em cartaz de 15 de dezembro de 2018 até 09 de fevereiro de 2018

Galeria Mercedes Viegas
Rua João Borges, 86 – Gávea
Funcionamento: seg – sex, 11h às 19h; sáb,  15h às 19h
T: (21) 2294-4305
galeria@mercedesviegas.com.br



O PIPA respeita a liberdade de expressão e adverte que algumas imagens de trabalhos publicadas nesse site podem ser consideradas inadequadas para menores de 18 anos. Copyright © Instituto PIPA