Lia Chaia, João Castilho e Jorge Soledar exploram as relações entre corpo e espaço

(São Paulo, SP)

É do embate e encaixe entre os corpos e o espaço que nasce “É como dançar sobre a arquitetura”, exposição que entra em cartaz nesta quinta-feira, 16 de janeiro, no Instituto Tomie Ohtake. A mostra é resultado da quinta edição do programa Arte Atual, que teve a participação de Lia Chaia, João Castilho e Jorge Soledar – os dois primeiros, indicados ao Prêmio PIPA em 2011 e 2015, respectivamente.

Assim, através de fotografias, vídeos e performances desenvolvidos especificamente para o programa, os três artistas exploram os limites e relações entre o corpo humano e o universo em seu entorno, tanto em sua vivência urbana quanto em uma perspectiva mais intimista.

O tema foi sugerido pelo Núcleo de Pesquisa e Curadoria do Instituto Tomie Ohtake, responsável pelo Arte Atual. Nascido em 2013, o programa, pelo qual já passaram outros nove indicados ao PIPA – inclusive a vencedora Alice Miceli – acontece a partir de parcerias com galerias de arte contemporânea (esse ano, com a Zipper Galeria, a Galeria Vermelho, e a Portas Vilaseca Galeria) e busca servir como uma plataforma de pesquisas experimentais para jovens artistas.

“É como dançar sobre arquitetura”, coletiva com Lia Chaia, João Castilho e Jorge Soledar
Em cartaz de 15 de fevereiro a 29 de abril de 2017

Instituto Tomie Ohtake
Av.Brigadeiro Faria Lima, 201 – Pinheiros
Funcionamento: ter – dom, 11h às 20h
T: (
11) 2245-1900
instituto@institutotomieohtake.org.br



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