Daily Archives: 6 de janeiro de 2017

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“Arjan: a pintura e suas vozes imprevistas” – Leia o texto crítico de Luiz Camillo Osorio

“O que faz um artista pintar hoje”? É com essa pergunta que Luiz Camillo Osorio, crítico e curador do Instituto PIPA, inicia o texto crítico exclusivo a seguir, o primeiro de 2017. Partindo do problema da pintura no século XXI, um meio a cada dia mais anacrônico diante de um mundo de avanços tecnológicos crescentes, Osorio analisa a obra de Arjan Martins, cuja última exposição, “Et Cetera”, encerrou-se no mês passado. Unindo crítica social e referências contemporâneas – em “Et Cetera”, uma das imagens mais repetidas nos quadros era a da capa do álbum “Girl talk”, de Oscar Peterson –, Arjan talvez seja capaz de oferecer uma resposta à altura da pergunta de porque pintar na contemporaneidade.

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MAM-Rio apresenta duas exposições que abordam a História do museu

(Rio de Janeiro, RJ) Neste início de ano, o MAM-Rio apresenta duas exposições que trabalham com sua memória institucional: “Todo ideal nasce vago”, de Eloá Carvalho, e “Atensão”, de Carlos Zilio. As duas o fazem, contudo, de maneiras bem distintas: se Eloá a utiliza enquanto matéria-prima para a elaboração de suas pinturas, Zilio a recria, palavra por palavra, obra por obra – “Atensão” é uma remontagem idêntica da mostra histórica de mesmo nome, apresentada há exatos 40 anos atrás.






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Noção de reciprocidade norteia individual de Lucia Laguna no MAR

(Rio de Janeiro, RJ) A trajetória de Lucia Laguna, indicada ao Prêmio PIPA em 2011 e 2015, é, no mínimo, idiossincrática: foi só aos 52 anos que a até então professora de Português e Literatura começou a pintar. Hoje aos 75 anos, a artista acumula passagens por galerias e museus ao redor do globo. Sua mais nova individual, “Enquanto bebo a água, a água me bebe”, com curadoria de Cadu (vencedor do Prêmio PIPA 2013) e Clarissa Diniz, pode ser vista no Museu de Arte do Rio (MAR) até o fim de fevereiro.






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“Desmedidas” inventa uma nova paisagem

(Rio de Janeiro, RJ) A invenção de uma nova paisagem. É esse o mote de “Desmedidas”, exposição concebida especialmente para a Galeria BNDES que segue em cartaz no espaço até o dia 03 de fevereiro. Com curadoria de Felipe Scovino e obras inéditas de Amalia Giacomini, Artur Lescher e o indicado ao Prêmio PIPA em 2010 Eduardo Coimbra, “Desmedidas” foi inspirada na falta de conexão do espaço expositivo em relação ao seu entorno.






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Antonia Dias Leite explora a impermanência em “Eterno Retorno”

(Rio de Janeiro, RJ) Cinco individuais ocupam atualmente o Paço Imperial: “Pintura”, de Marina Saleme; “…de propriedades quase musicais, no espaço em que se movem os viventes”, de Ana Muglia; “Passagens//Transferências”, de Alexandre Sá; “Pequenas Gravidades”, de Daisy Xavier; e, por fim, “Eterno retorno”, da indicada ao Prêmio PIPA em 2012 Antonia Dias Leite. A mostra explora o movimento infinito da impermanência, onde, segundo o jornalista Fabiano Post, “real e o surreal se tocam, num constante processo de criação, destruição e renovação”.






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