Coletiva “museu do louvre pau-brazyl” reúne artistas e pesquisadores

(São Paulo, SP)

O Edifício Louvre, em São Paulo, participa do projeto de criação de uma sede do Museu do Louvre no Brasil. A campanha parte de arrecadação na exposição coletiva “museu do louvre pau-brazyl”, com os artistas Burle Marx, Cao Guimarães, Cinza, Coletivo Filé de Peixe, Guía San Pablo, Joseph Beuys, Laura Vinci, Maurício Ianês, Pazé, Rafael RG, Rochelle Costi, Sandra Gamarra, Teat(r)o Oficina Universidade Antropófoga, Tuca vieira e Yuri Firmeza. A curadoria é de Guilherme Giufrida e Jéssica Varrichio.

O objetivo da campanha é arrecadar fundos para a exposição museu do louvre pau-brazyl. Reunimos artistas e pesquisadores para pensar formas de expor e de debater a proposta, mesmo que ficcional, de criação de uma sede do Museu do Louvre no Brasil, com todos os efeitos e significados dessa associação. A exposição surge da relação entre os dois Louvres: o museu parisiense e o edifício de Artacho Jurado. O prédio, localizado na avenida São Luís e projetado nos anos 50, é um ícone da cidade, e um dos primeiros edifícios a comportar apartamentos de diferentes tamanhos e térreo e mezanino abertos para o espaço público, através de galerias comerciais em funcionamento até hoje.

Artistas e coletivos confirmados:

[-mos]
burle marx
cao guimarães
cinza
coletivo filé de peixe
guía san pablo
joseph beuys
laura vinci
maurício ianês
pazé
rafael rg
rochelle costi
sandra gamarra
teat(r)o oficina universidade antropófoga
tuca vieira
yuri firmeza

Além disso, durante o período da exposição haverá uma série de diálogos abertos com pesquisadores:

ana castro
ana luiza nobre
felipe martinez
guilherme wisnik
ligia nobre
luísa valentini
martin smit
mirtes marins de oliveira
pablo lafuente
rafael urano
suely rolnik

A identidade visual da exposição é de: elisa von randow e julia masagão

As principais questões do projeto são:
– a internacionalização dos museus globais através de franquias (desde o Guggenheim Bilbao até o recente Louvre Abu Dhabi)
– as tensões entre os imaginários colonial e o vanguardista-antropofágico brasileiros (marcada na denominação pau-brazyl ao museu)
– a nova geografia humana, fluxos migratórios e especulativos no centro de São Paulo, e o impacto que a chegada de uma instituição cultural provoca em seu entorno

O edifício Louvre funciona como um microcosmos para pensar esses conflitos institucionais, políticos e espaciais; e disso decorre a importância da construção do museu do louvre pau-brazyl.

“museu do louvre pau-brazyl”, coletiva com Burle Marx, Cao Guimarães, Cinza, Coletivo Filé de Peixe, Guía San Pablo, Joseph Beuys, Laura Vinci, Maurício Ianês, Pazé, Rafael RG, Rochelle Costi, Sandra Gamarra, Teat(r)o Oficina Universidade Antropófoga, Tuca vieira e Yuri Firmeza
Curadoria de Guilherme Giufrida e Jéssica Varrichio
Abertura: 09 de setembro
Em cartaz até 14 de outubro

Edifício Louvre – mezanino
avenida são luís 192 – república, são paulo
Funcionamento: seg. a sex. 8h às 18h



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