Daily Archives: 19 de maio de 2015

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Membro do Comitê de Indicação na 1ª edição do PIPA, Luiz Braga volta como artista indicado em 2015

Luiz Braga iniciou na fotografia aos 11 anos. Até 1981, fotografava principalmente em preto e branco. Após essa fase, descobre as cores vibrantes da visualidade popular amazônica e, convidado pela Funarte, viaja pela região aprofundando seu trabalho. Sua abordagem ímpar passa ao largo das visões estereotipadas e superficiais sobre a Amazônia e junto com o domínio da cor o transformaram em referência na fotografia brasileira contemporânea. Em 2009, foi um dos representantes do Brasil na 53ª Bienal de Veneza, na Itália. Membro do Comitê de Indicação – órgão responsável por indicar artistas ao PIPA – logo na primeira edição do Prêmio, Braga participa agora como artista indicado. Acesse sua página recém-criada para saber mais sobre a carreira e ver outras obras do artista.

Últimos dias | “Aposta Certa”, coletiva com Bruno Miguel e Camila Soato

(Belo Horizonte, MG) Bruno Miguel e Camila Soato fazem parte do grupo de artistas selecionados para a coletiva que, de acordo com o diretor artístico Wilson Lazaro, discute o panorama atual do mercado da arte. “O conceito atual de arte parece um jogo. Acertar no investimento é necessário e importante, mas, ao mesmo tempo, não se pode abrir mão da filosofia da criação, do conceito, da poesia de cada artista e sua obra de arte criada.”, explica.






Raul Mourão apresenta esculturas inspiradas no formato de janelas em “Fenestra”

(Rio de Janeiro, RJ) “Fenestra”, individual de Raul Mourão, chega aos últimos dias como a primeira exposição do artista que tem a pintura como protagonista. As obras não são feitas de forma tradicional, com o uso de pincéis, mas com espécies de carimbos retangulares que, embebidos em tinta, marcam a tela. Se desde o final dos anos 1980, Mourão se dedica à observação de grades de segurança nas cidades, pesquisa que deu origem à série Grades, agora o artista se volta para a forma das janelas, usando sua geometria para criar esculturas cinéticas em aço corten e, sobretudo, pinturas.






Últimos dias | “Teto verde”, individual de Juan Parada

(Rio de Janeiro, RJ) Teto verde é uma instalação composta por uma centena de módulos ovais de porcelana preenchidos com terra, do qual brotam plantas. Alinhados, os módulos formam dois planos em ângulo, suspensos no ar por fios de nylon, sugerindo a forma de um telhado. Nesta instalação, o artista cria uma interseção entre a funcionalidade do design e a especificidade da arte, utilizando todo o espaço expositivo para, numa inversão, trazer o teto ao chão e desenhar uma paisagem na qual as pessoas circulam, criando um ambiente que é ao mesmo tempo artificial, mas também ditado pelo natural, pois o crescimento das plantas vai estabelecer formas e caminhos.






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