Daily Archives: 18 de maio de 2015

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Após ser personagem de vídeo especial gravado pelo PIPA em 2012, Joana Cesar participa do Prêmio como artista indicada em 2015

Joana Cesar cursou filosofia, jornalismo e cinema, fazendo, paralelamente, diversos cursos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro. O desenvolvimento de seu trabalho em ateliê a levou, em 2003, para as ruas da cidade, onde passa a usar muros, calçadas, postes e viadutos como suporte para sua escrita em código, inventada na infância. Em 2012, Joana foi convidada a dar depoimento sobre seu trabalho para o site do PIPA. O vídeo – da série de especial do Prêmio – contava como a artista usava os muros da cidade como um diário secreto, repleto de histórias íntimas, e sobre como seu trabalho foi afetado depois do código ser descoberto. Este ano Joana foi indicada e concorre ao PIPA pela primeira vez. Sua página acaba de ser criada com imagens de suas obras e uma biografia sobre sua carreira. Assista ao vídeo e acesse a página da artista.

Últimos dias | “Akakor”, coletiva com Felipe Cohen e Marcius Galan

(São Paulo, SP) Akakor é uma exposição que reúne atos de charlatanismo no meio artístico. As curadoras estão interessadas em métodos através dos quais artistas enganaram, iludiram, traíram e enrolaram seu público, usando tais estratégias ora na forma, ora no conteúdo de seus trabalhos – e, muitas vezes, em ambos. O título refere-se a uma cidade subterrânea situada em algum lugar da Amazônia onde, reza a lenda, uma antiga civilização viveu e prosperou há milhares de anos atrás. Sua história é envolta em mistérios, mortes e mitos.

Últimos dias | “Eu quero ver”, individual de Ivan Grilo

(São Paulo, SP) “Eu quero ver” é o cruzamento de duas pesquisas aparentemente distintas feitas por Ivan Grilo, porém unificadas por um ponto em comum: a busca pela necessidade narrativa do homem brasileiro, nesse caso em especial na região nordeste. O titulo da exposição surge parcialmente do uso de camadas e visibilidades presente na obra do artista, e também faz alusão à uma canção de 1974 de Jorge Ben, que diz “Eu quero ver quando Zumbi chegar, o que vai acontecer”. Segundo o artista, “a exposição faz referência [e reverência] a ícones da historia brasileira como Zumbi dos Palmares e Antônio Conselheiro. Há trabalhos que fazem menção à exposição Civilização do Nordeste, montada em Roma em 1965, com curadoria de Lina Bo Bardi, porém nunca aberta ao público em função da censura realizada pela ditadura militar brasileira através de suas embaixadas.”

Individual de Renata Lucas apresenta trabalhos inéditos

(Berlim, Alemanha) O corpo diverso de trabalhos de Renata Lucas lidam com o relacionamento multifacetado entre os indivíduos e seu meio-ambiente urbano. Com intervenções nos sistemas arquitetônicos da cidade – desde cortes, conexões e aberturas a sobreposições e duplicações de estruturas espaciais definidas – Lucas manipula molduras estruturais para expor, reformular e redefinir as intrínsecas definições de posse, uso e interação social, de maneira divertida e radical.

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