Daily Archives: 8 de maio de 2015

MAM-Rio | Programação de maio

Veja a programação completa do MAM-Rio para este mês. Entre as mostras em cartaz estão “O Fim da Matéria”, de Damián Ortega, e “Mutações”, de Matías Duville, esta última se encerrando neste final de semana. A exposição tem curadoria de Santiago García Navarro estabelece um percurso pela obra do artista artista argentino a partir de algumas ideais-imagens que, segundo o curador, a estruturam quase que por inteiro: mutação, abrigo, intempérie e imaginário. Uma seleção de mais de cem desenhos, pinturas e objetos realizados pelo artista entre 2002 e 2015 permite oferecer uma perspectiva complexa e abrangente dessas questões.

56ª edição da Bienal de Veneza será aberta ao público amanhã

(Veneza, Itália) Um dos mais relevantes eventos de arte no cenário mundial, esta edição da Bienal de Veneza tem como título “All the World’s Futures” [“Todos os Futuros do Mundo”]. Nas tradicionais Participações Nacionais, o Pavilhão Brasileiro recebe a mostra “É tanta coisa que não cabe aqui”, tem curadoria de Luiz Camillo Osorio com assistência de Cauê Alves. Com trabalhos de André Komatsu, Antonio Manuel e Berna Reale, o título da mostra foi inspirado pelos cartazes das manifestações que tomaram as principais capitais brasileiras em junho de 2013. Saiba mais sobre a Bienal, as participações dos artistas brasileiros e os eventos paralelos que ocupam a cidade italiana.






Chiara Banfi abre individual “Fiume Achates”

(Rio de Janeiro, RJ) Na mostra que abre na próxima semana, Banfi irá apresentar dois novos trabalhos. Uma grande instalação feita com pedras de rios e uma série de treze desenhos chamada “Achates”, com pedaços de Ágata incrustadas em partituras musicais. O título da exposição vem justamente do nome de um rio na Sicília, sul da Itália, onde foram encontradas as primeiras pedras de Ágata.






Abertura | “Trompe-l’oeil”, individual de Rodrigo Torres

(Curitiba, PR) “A reunião de obras para essa exposição passa por distintos suportes e materiais mas fundamentalmente a linguagem que as atravessa é a pintura. E mais especificamente uma técnica, com truques de perspectiva, que cria uma ilusão óptica na qual o espectador se questiona sobre a qualidade do real. Sem uma data precisa para a sua origem, com aparições remotas na Grécia e Roma antigas, o trompe-l’oeil é resgatado por Rodrigo Torres.”






“As Margens dos Mares”, coletiva com participações de Chiara Banfi e O Grivo

(São Paulo, SP) “As Margens dos Mares” é um encontro entre artistas expoentes de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e Portugal que busca apresentar, por meio das artes visuais e da música, uma expressão da cultura contemporânea destes países lusófonos. Para a exposição foram selecionadas obras de doze artistas – entre eles Chiara Banfi e O Grivo – que refletem sobre questões como memória, espaço e arquitetura a partir de instalações, fotografias, vídeos e objetos. Além da mostra acontecem – somente neste final de semana – encontros musicais inéditos com a presença de músicos dos países convidados.






Conversa com curador e performances acontecem durante a semana em “Encruzilhada”

(Rio de Janeiro, RJ) As obras apresentadas estão organizadas em torno de seis núcleos que tratam do espaço físico da encruzilhada – onde acontecem as manifestações políticas, o carnaval, o flerte, o movimento de trânsito e a macumba, e também das situações em que se faz imperativa uma decisão. Durante o período da exposição, haverá uma programação semanal de performances, encontros e conversas. Amanhã, uma programação especial de performances acontecerá durante a exposição e na próxima quarta-feira, 13 de maio, haverá uma conversa entre o curador Bernardo Mosqueira e a diretora da Escola, Lisette Lagnado.






“Coquetel” reúne artistas em projeto sobre os mecanismo da arte

(Rio de Janeiro, RJ) O grupo de nove artistas escolhidos para o projeto enfatiza a variedade de mídias e estratégias usadas na arte contemporânea ― objeto, escultura, fotografia, apropriações. “Coquetel” trará para o público uma amostragem da diversidade e da maleabilidade com as quais a arte de hoje trabalha, não se intimidando diante de diferentes espaços e situações, mas criando a partir de diversos contextos e suas particularidades. Na abertura que acontece esta semana, haverá uma ação-ritual e uma leitura performática.






Encerramento de “Museu do Estrangeiro” | Mostra de Ícaro Lira com curadoria de Marta Mestre

(São Paulo, SP) A mostra é uma investigação artística sobre os vários ciclos de migração que a cidade de São Paulo passou e vem passando. Com foco no bairro do Bom Retiro, o artista apresenta um mapeamento de onde vivem e trabalham as várias colônias de imigrantes, numa tentativa de entender como esses ciclos de migração para o bairro interferiram diretamente na formação atual e na concepção que temos da cidade de São Paulo.






Em cartaz | “Horizonte Generoso – uma experiência no Pará”, coletiva com Alberto Bitar, Armando Queiroz e Luiz Braga

(Rio de Janeiro, RJ) “Horizonte Generoso – uma experiência no Pará”, coletiva com curadoria de Bernardo Mosqueira, é o resultado de uma experiência pessoal de pesquisa e estadia. O curador foi a Belém depois de fazer sua pesquisa à distância. “A exposição parte da história de uma viagem de um pesquisador pela cidade, encontrando seus artistas, suas instituições, suas questões, pesquisas e, com isso, encontrando recorrências, interesses comuns, ritmos, ressonâncias”. Alberto Bitar, Alexandre Sequeira, Armando Queiroz, Elza Lima, Keyla Sobral, Luiz Braga, Orlando Maneschy e Guy Veloso são os artistas que representam a arte paraense nesta mostra.






Renata Lucas trabalha o espaço urbano em nova individual

(Berlim, Alemanha) O corpo diverso de trabalhos de Renata Lucas lidam com o relacionamento multifacetado entre os indivíduos e seu meio-ambiente urbano. Com intervenções nos sistemas arquitetônicos da cidade – desde cortes, conexões e aberturas a sobreposições e duplicações de estruturas espaciais definidas – Lucas manipula molduras estruturais para expor, reformular e redefinir as intrínsecas definições de posse, uso e interação social, de maneira divertida e radical.






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