Daily Archives: 1 de maio de 2015

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Berna Reale vai exibir vídeos ao ar livre durante a 56ª Bienal de Veneza

A artista paraense foi mais uma vez destaque na mídia nacional falando sobre os trabalhos que levará para a Bienal de Veneza, que abre na próxima semana. Nas tradicionais participações nacionais, o Pavilhão Brasileiro recebe a mostra “É tanta coisa que não cabe aqui”, que tem curadoria de Luiz Camillo Osorio com assistência de Cauê Alves e apresenta obras de Reale ao lado de André Komatsu e Antonio Manuel. Em matéria publicada na coluna dedicada a cultura e artes do Jornal Estadão, Reale conta que não se contentou com a escolha de apenas um de seus vídeos para o evento, e irá projetar outros trabalhos em vídeo em casas dos moradores de Guardino di Vito Bon, no bairro de Cannaregio. Leira a matéria completa.

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Rodrigo Braga em destaque na revista Casa Vogue Brasil

Em entrevista concedida durante uma caminhada pelas matas do Horto – bairro da Zona Sul do Rio de Janeiro – o artista Rodrigo Braga conversa com a jornalista Beta Germado sobre seu processo criativo. “Não sou um artista de ateliê. É preciso imersão e estar em um estado de espírito específico. Sentir o lugar para criar algo forte.” – explica o artista. Na matéria, intitulada “Se Duchamp fosse biólogo”, Braga fala ainda da infância em contato com a Floresta Amazônica e das exposições programas para este ano. Leia a matéria completa.






Vivian Caccuri apresenta primeira individual em São Paulo

(São Paulo, SP) Em “Condomínio”, Vivian Caccuri mostra quatro diferentes séries de trabalhos inéditos, fazendo uso da tecnologia para refletir sobre a permeabilidade entre espaço público e espaço privado. Os materiais, formas, lugares e dinâmicas da mostra fazem parte da pesquisa do trabalho “Caminhada Silenciosa”. Assim, como já acontece com as caminhadas, “Condomínio” reorienta a presença física do visitante, refletindo sobre o papel da intimidade e da integração das diferenças (ou a exclusão das duas) na constituição do espaço público: estaria o mundo material brasileiro sob um processo de condominização?






“Aposta Certa” reúne trabalhos de 6 artistas para projeto inaugural de galeria mineira

(Belo Horizonte, MG) Bruno Miguel e Camila Soato fazem parte do grupo de artistas selecionados para a coletiva que, de acordo com o diretor artístico Wilson Lazaro, discute o panorama atual do mercado da arte. “O conceito atual de arte parece um jogo. Acertar no investimento é necessário e importante, mas, ao mesmo tempo, não se pode abrir mão da filosofia da criação, do conceito, da poesia de cada artista e sua obra de arte criada.”, explica.






Juan Parada apresenta instalação inédita

(Rio de Janeiro, RJ) “Teto verde” é uma instalação composta por uma centena de módulos ovais de porcelana preenchidos com terra, do qual brotam plantas. Alinhados, os módulos formam dois planos em ângulo, suspensos no ar por fios de nylon, sugerindo a forma de um telhado. O artista cria uma interseção entre a funcionalidade do design e a especificidade da arte, utilizando todo o espaço expositivo para, numa inversão, trazer o teto ao chão e desenhar uma paisagem na qual as pessoas circulam, criando um ambiente que é ao mesmo tempo artificial, mas também ditado pelo natural, pois o crescimento das plantas vai estabelecer formas e caminhos.






Abertura | “It’s Gonna Rain”, individual de Cadu

(Nowy Sącz, Polônia) A exposição pode ser lida como um hiper-texto análogo, cheia de narrativas cíclicas e referências topográficas. Os trabalhos apresentados são independentes, mas também criam relações mútuas, como uma peça de música experimental, onde sons são complementados por textos, movimentos ou objetos. Na periferia dessas linguagens sobrepostas, um espaço para interrupções, barulhos e ações abortadas foi criado. Esses elementos são indispensáveis para complementar os processos em movimento durante a exposição, somando a realeza da vida no contexto da arte, fundado na desconstrução e no renascimento do conceito de criação.






Últimos dias | “Ambiguidades”, com Felipe Barbosa, Marco Antonio Portela e Rosana Ricalde

(Rio de Janeiro, RJ) Nesta exposição, estão reunidos artistas que de alguma forma utilizam a ambiguidade como valor fundamental na construção do seu discurso, frequentemente valorizando os ideais de informalidade, do acaso, da fragmentação, da descontinuidade, do inacabado, e da indeterminação dos resultados. Suas narrativas plástico – poético – visuais não caminham em linha reta, mas se bifurcam, entrecruzam-se, potencializando descobertas e rompimentos que desconcertam percepções e sensações.






Coletiva “IDENTITY/MEMORY” discute as definições de identidade e memória

(Inglaterra, Reino Unido) Alexandre Mazza, Ivan Grilo e Nazareno integram a mostra “IDENTITY/MEMORY” [“IDENTIDADE/MEMÓRIA”], que conta com trabalhos de outros 24 artistas lidando com a ideia de identidade e memória, que costumam ser classificados individualmente, ocupando funções específicas nas nossas vidas. No entanto, se os dois termos são colocados em perspectiva, alguém pode entender que os laços conectares de identidade e memória têm múltiplos formatos e moldes.






Amanhã | “Tombo”, instalação de Rodrigo Braga – visita guiada com o artista

(Rio de Janeiro, RJ) Amanhã será realizada uma visita guiada pelo artista Rodrigo Braga em sua individual “Tombo”, criada especialmente para o vão central da Casa França-Brasil. A instalação provoca uma imediata relação entre toras segmentadas de cinco palmeiras com as 24 colunas internas do espaço, um dos marcos neoclássicos do país, construído em 1820 pelo arquiteto francês Grandjean de Montigny (1776-1850), para ser a Praça do Comércio, em determinação de João VI.






56ª edição da Bienal de Veneza tem início na próxima semana

(Veneza, Itália) A 56ª edição da Bienal de Veneza tem início na próxima sexta-feira, 8 de maio. O título escolhido para a mostra internacional desse ano é “All the World’s Futures” [“Todos os Futuros do Mundo”]. Nas tradicionais Participações Nacionais, o Pavilhão Brasileiro recebe a mostra “É tanta coisa que não cabe aqui”, com trabalhos de André Komatsu, Antonio Manuel e Berna Reale. O título da mostra foi inspirado pelos cartazes das manifestações que tomaram as principais capitais brasileiras em junho de 2013.






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