Daily Archives: 10 de abril de 2015

MAM-Rio recebe duas aberturas esta semana

(Rio de Janeiro, RJ) Além das cinco exposições já em cartaz no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, acontecem na quarta-feira as aberturas de duas mostras: “O Fim da Matéria”, de Damián Ortega e a coletiva “Ver e Ser Visto”. A primeira apresenta o artista que explora situações econômicas, estéticas e culturais específicas e em particular como a cultura regional afeta o consumo e tem curadoria de Luiz Camillo Osorio; a segunda propõe um novo tipo de olhar a partir das coleções do MAM-Rio e é curada por Guilherme Gutman. Veja a programação completa do MAM-Rio, que inclui eventos do Programa Educativo e da Cinemateca do Museu.

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Divulgados os artistas pré-selecionados para a Bolsa ICCo/SP-Arte

A Feira Internacional de Arte de São Paulo realiza até domingo sua décima primeira edição, com mais de 100 galerias de 9 estados do Brasil e 16 outros países, além de uma programação cultural variada. Desde 2013, a SP-Arte e o ICCo – Instituto de Cultura Contemporânea concedem uma bolsa de residência artística para dois artistas representados por galerias participantes da Feira. Essa semana foram divulgados os dez artistas pré-selecionados para a Bolsa e oito deles já foram indicados ao PIPA. Amanhã, dois desses artistas serão nomeados vencedores em evento no Pavilhão da Bienal, durante a Feira. Veja os artistas selecionados.






Individual de Ivan Grilo trata da busca pela necessidade narrativa do homem brasileiro

(São Paulo, SP) Em “Eu quero ver”, Grilo apresenta um conjunto de obras que aparecem como desdobramentos de duas pesquisas recentes do artista nos últimos anos: a continuação de sua investigação sobre a obra de Lina Bo Bardi, com foco principal no período em que a arquiteta italiana viveu na região nordeste do Brasil; e a herança cultural africana na sociedade brasileira, principalmente os conhecimentos transmitidos através de gerações pela oralidade, os quais Grilo observou durante sua pesquisa de campo em 2014 na Bahia motivado por um projeto de Mario de Andrade dos anos 1930/40.






Mostra de Gabriela Noujaim tem como ponto de partida a relação afetiva da artista com livro escrito por seu pai

(Rio de Janeiro, RJ) A artista abre exposição individual esta semana, dentro do Projeto Technô. A mostra tem como ponto de partida a relação afetiva de Gabriela Noujaim com o livro escrito por seu pai, Jorge Gabriel Carvalho Noujaim, que narra a história de um artista de circo mambembe. Por associação, nasceu seu interesse pelo filme “Bye Bye Brasil” (1979, Cacá Diegues) e pelo grupo Tá na Rua, liderado pelo ator e diretor Amir Haddad. Gabriela pretende relacionar frames do filme às fotos do Grupo Tá na Rua, com uma frase do livro de seu pai.






Mostra reúne atos de charlatanismo no meio artístico

(São Paulo, SP) Participam da coletiva “Akakor” os artistas Felipe Cohen e Marcius Galan, entre outros. As curadoras, Kiki Mazzucchelli e Maria do Carmo M. P. de Pontes, estão interessadas em métodos através dos quais artistas enganaram, iludiram, traíram e enrolaram seu público, usando tais estratégias ora na forma, ora no conteúdo de seus trabalhos – e, muitas vezes, em ambos. Ao escolher o charlatão (isto é, “a pessoa que pretende ou alega ter mais conhecimento ou habilidades do que ele ou ela realmente possui”), como o herói da mostra, as curadoras propõem uma reflexão sobre um assunto que não só é pertinente para a arte, mas urgente para a sociedade.






Somente este sábado | “Fonte para o manifestante desconhecido”, ação de Matheus Rocha Pitta

(São Paulo, SP) Com “Fonte para o manifestante desconhecido”, Matheus Rocha Pitta dá seguimento às experimentações nos limites entre diferentes meios e expressões. O trabalho consiste em sentar em praça pública uma laje marcada com formas negativas de garrafas de plástico e recortes de jornais que mostram um manifestante cujo rosto é velado por um jato de água de alta pressão atirado pela polícia. Em um segundo momento, convida-se o público a trazer garrafas d’água para serem deitadas e destampadas em frente ao lugar num mesmo sentido, de maneira que o líquido escorra até o limite e resguarde dentro do recipiente o volume morto. Forma-se então uma grande instalação construída coletivamente por atos de entrega voluntária e seus resíduos.






Dezenove artistas integram a coletiva “Ambiguidades”

(Rio de Janeiro, RJ) Incompletude, imprecisão, enigma, ambiguidade são termos recorrentes para designar as formas do mistério, ou as que geram a possibilidade de descoberta e da participação. Nesta exposição, estão reunidos artistas que, de alguma forma, utilizam a ambiguidade como valor fundamental na construção do seu discurso, frequentemente valorizando os ideais de informalidade, do acaso, da fragmentação, da descontinuidade, do inacabado, e da indeterminação dos resultados. Felipe Barbosa, Marco Antonio Portela e Rosana Ricalde são alguns dos artistas que integram a mostra.






Em cartaz | Exposição coletiva “Imagine Brazil”

(São Paulo, SP) Adriano Costa, Cinthia Marcelle, Deyson Gilbert, Gustavo Speridião, Jonathas de Andrade, Marcellvs L., Mayana Redin, Paulo Nazareth, Paulo Nimer Pjota, Rodrigo Matheus, Sara Ramo, Sofia Borges e Thiago Martins de Melo são alguns dos nomes que integram a mostra. Imagine Brazil reúne 14 jovens artistas emergentes que, baseados em trabalhos conceituais, têm mergulhado em múltiplas possibilidades de suporte como pinturas, esculturas, instalações, fotografias, vídeos e música, utilizando várias linguagens. Para situar suas obras num contexto histórico, a cada um dos participantes foi solicitado escolher um artista mais velho considerado importante na cena artística contemporânea e para seu respectivo trabalho, a fim de se construir uma exposição dentro da exposição.






“Ver e ser visto”

(Rio de Janeiro, RJ) “Ver e ser visto” é uma exposição que olha as coleções do MAM tendo como princípio norteador a ideia de que todo trabalho de arte é construído em torno do vazio: é nessa espécie de contorno de um espaço aberto que “a coisa” deve advir. Dito de outro modo, toda experiência estética é a de remissão ao objeto perdido e, por isso mesmo, incessantemente buscado por cada um de nós.






“O Fim da Matéria”, trabalho inédito de Damián Ortega entra em cartaz no MAM-Rio na próxima semana

(Rio de Janeiro, RJ) Damián Ortega transita entre suportes variados, discutindo os limites da criação artística ao subverter os significados e funções de objetos cotidianos como tijolos, cadeiras, relógios ou carros. O artista altera, decompõe e transforma os objetos, revelando seus componentes implícitos e simbólicos e criando formas híbridas. A exposição será uma grande instalação inédita no salão monumental. Um grande cubo de isopor de cerca de 6 m, será transformado durante o período da exposição por um grupo de escultores anônimos brasileiros que originalmente trabalham para o carnaval.






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