Daily Archives: 30 de janeiro de 2015

MAM-Rio | Programação da semana

(Rio de Janeiro, RJ) Este final de semana se encerra a mostra “Caneta, Lente & Pincel”. Nela o coletivo multiartístico sai da sua plataforma virtual para expor obras inéditas, em uma exposição que por si só também já é obra, reiterando seu caráter polifônico, multidisciplinar e colaborativo, em uma ação artística expandida e contemporânea. O visitante do MAM-Rio pode ver ainda outras sete exposições em cartaz, conferir a programação da cinemateca e aproveitar as atividades do núcleo educativo que incluem toda a família. Veja tudo o que o Museu oferece para o público ao longo desta semana.

Última semana | “…pegaríamos as coisas onde elas crescem, pelo meio…”

(São Paulo, SP) O projeto coletivo, que conta com a participação de Fabio Morais e Thiago Honório, aborda o conceito do meio como uma forma de fugir das definições normativas e limitações que as exigências de um começo e um fim causam na arte. O resultado é um conjunto de obras paralisadas em momentos de transição e acontecimentos, como se precisassem ser continuadas na interpretação dos observadores

“12ª Exposição de Verão”, coletiva com Mayana Redin

(Rio de Janeiro, RJ) A 12ª edição da “Exposição de Verão” propõe que os artistas convidados fujam de temas pré estabelecidos e assumam também, dentro dessa mostra, o papel de curadores, editando e decidindo como os trabalhos serão mostrados. Nenhum dos trabalhos apresentados pelos artistas participantes foi pensado em conjunto para a mostra ou teve alguma análise prévia. Segundo os artistas, as relações entre os trabalhos foram se estabelecendo de acordo com a montagem, demonstrando aproximações físicas ou subjetivas.

Próxima do encerramento | Projeto Permanências e Destruições, com Pontogor

(Rio de Janeiro, RJ) No último fim de semana do projeto Permanências e Destruições, Pontogor integra o grupo de artistas que realiza intervenções em locais abandonados do Rio de Janeiro. De acordo com o curador, João Paulo Quintella, a ideia do projeto é de “propor a passagem do público por territórios não familiares, destituídos de sua função original, mas cujos processos de erosão sejam visíveis e ainda latentes.”

Últimos dias | Inscrições para o Frieze Artist Award

Últimos dias de inscrições para o Frieze Artist Award, prêmio que busca, entre artistas contemporâneos do mundo todo, um vencedor para receber investimento em seu trabalho. O vencedor do prêmio será selecionado por um painel internacional de artistas e curadores a serem anunciados e será revelado em Maio de 2015. As propostas devem corresponder ao ambiente da Frieze London e os candidatos serão julgados pela natureza inovadora de suas propostas, junto do potencial para sua realização na feira.

Mostra coletiva “Expo 14/15” tem a curadoria do artista Luiz Roque

(São Paulo, SP) Luiz Roque se propõe a fazer menos uma exposição com uma narrativa definida e mais uma coleção de obras que se aproximem em função de suas afinidades formais: “busquei a partir do figurativo, reunir obras que tragam formas humanas, minerais e animais, que apresentem uma vontade figurativa acompanhada da abstração”, diz o artista e curador convidado.

“Afetividades eletivas”, apresenta obras de cerca de 100 artistas nacionais e estrangeiros

(Belo Horizonte, MG) Com curadoria de Margarida Sant’Anna e do próprio dono da coleção, Luiz Sérgio Arantes, o fio condutor da exposição é a relação afetiva do colecionador com suas obras e com as obras dos vários artistas presentes, algumas representadas com trabalhos experimentais, obras ofertadas como gesto de amizade, outras cuidadosamente garimpadas em galerias e leilões, e que, pouco a pouco, eletivamente, foram encontrando seu lugar no conjunto, como que regidas por uma lógica intuitiva. Participam Carla Zaccagnini, Cinthia Marcelle, Dora Longo Bahia, Laura Vinci, Mabe Bethônico, Marcelo Moscheta, Marcius Galan, Milton Marques, Ricardo Basbaum, Rodrigo Andrade, Tatiana Blass e Thiago Rocha Pitta.

“Do Valongo à Favela: imaginário e periferia” tematiza a zona portuária carioca

(Rio de Janeiro, RJ) Tomando a história de exclusão da região portuária da cidade como ponto de partida, a exposição “Do Valongo à Favela: imaginário e periferia” examina como foi sendo formado o imaginário cultural dessa periferia, por meio de sua presença na arte. A mostra cria um percurso desde as imagens antigas do lugar e das atividades ali decorridas, até a elaboração da favela como questão de interesse da arte para muito além dos limites geográficos que lhe deram origem.

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