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“Line Weight”, primeira individual de Marcius Galan em Berlim

(Berlim, Alemanha) Em sua primeira mostra individual em Berlim, Marcius Galan apresenta esculturas, objetos, desenhos que lidam diretamente lidam com a ideia da linha, como representação do espaço em geometria e da linha pretendida em sua forma geométrica, que revela referências concretas a desenhos arquitetônicos e dioramas, como implementações simplificadas da idéia de construção do espaço.

Abre Alas
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“Abre Alas” para jovens artistas em coletiva que abre no sábado

(Rio de Janeiro, RJ) É sabido que o ano não começa no Rio de Janeiro antes do carnaval. Aos que ainda não acreditam que 2016 chegou, enfim, ao seu término, a exposição anual “Abre alas”, da galeria A Gentil Carioca, veio acabar de vez com quaisquer dúvidas: a coletiva abre neste sábado, 21 de janeiro, apresentando 17 jovens artistas em uma curadoria assinada por Mara e Marcio Fainziliber, Bernardo de Souza e Maria Laet.

Mauro Restiffe. Da série "Piauí". 705x345.
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Últimos dias | “Projeto Piauí”, no espaço Jacaranda

(Rio de Janeiro, RJ) Foram 12 dias de carro do interior do Piauí até o Delta da Parnaíba. O objetivo? Entender melhor o estado no extremo Norte do país, tão distante do eixo Rio-São Paulo de onde vêm os artistas. Essa é a síntese da exposição “Projeto Piauí”, que fica em cartaz no Jacaranda, na Villa Aymoré, apenas até o sábado, 22 de janeiro. Apresentando obras de Alexandre Canonico, Bruno Dunley, Isabel Diegues, Luis Barbieri, Marina Rheingantz (finalista do PIPA 2015), Mauro Restiffe e Paloma Bosquê, o projeto mostra como a empreitada impactou a vivência artística de cada um dos participantes.

Adriano Costa. "Chapéu Filosófico"
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“Chapéu Filosófico”, nova individual de Adriano Costa

(Lisboa, Portugal) O mítico Rui Chapéu, jogador de sinuca dos anos 1980, é a inspiração por trás do título da nova individual de Adriano Costa, “Chapéu Filósofico”, que inagura hoje na galeria Múrias Centeno. Três vezes indicado ao Prêmio PIPA, o artista conta que os cuidadosos movimentos de Rui na mesa de bilhar o lembraram da vital “necessidade de prazer quando se faz arte”. A exposição vai até fevereiro.

GIanni Motti. "Big Crunch Clock".
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“Telling Time” e a inexorável marcha do tempo

(Boussu, Bélgica) “O mais feroz dos animais domésticos é o relógio de parede: conheço um que já devorou três gerações da minha família”, diz um poema de Mário Quintana. O “feroz animal” é tema de uma exposição que abre neste sábado, dia 21 de janeiro, no Le Grand Hornu. Unindo objetos de design, peças históricas e obras de arte contemporâneas – indicada ao PIPA 2010, Lenora de Barros, por exemplo, é uma das que participam da exposição – a coletiva traça um panorama inesperado e revelador de nossa relação com o tempo e como o contamos.

Rodolpho Parigi. Cena da permance "Fancy Violence", apresentada na 11a. Verbo.
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Aberta a convocatória para a mostra “Verbo”, de performances artísticas

(São Paulo, SP) A mostra “Verbo”, fundada pela Galeria Vermelho em 2005 em busca de um espaço para promover a discutir a performance artística no Brasil, abriu sua convocatória para artistas. Aqueles que se inscreverem podem enviar até 3 projetos de performances inéditas ou já apresentadas, e a seleção de projetos será realizada por Marcos Gallon, diretor artístico da mostra, Thereza Farkas, diretora do Videobrasil, e pela artista Carolina Mendonça.

MUBE
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“Paisagens Invisíveis” constrói cenários inteiros através de sons

(São Paulo, SP) É verdade que a programação do Museu Brasileiro de Escultura, o MuBE, jamais se limitou à arte que inspira o seu nome, indo da pintura à fotografia, do grafite ao cinema. Não deixa de ser curioso, porém, o fato de que sua exposição mais recente não tem um objeto sequer. Apresentando obras de 11 artistas e curada por Cauê Alves e Floriano Romano, a coletiva “Paisagens Invisíveis” é exclusivamente composta de sons.

Bruno Vilela. São Sebastião, 2016 | óleo sobre tela | 140 x 190 cm (crédito: Anita Schwartz Galeria)
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“O livro de São Sebastião”, individual de Bruno Vilela, motiva roda de conversa e mostra de curtas

(Rio de Janeiro, RJ) Inaugurada em dezembro do ano passado na Anita Schwartz Galeria, a individual “O livro de São Sebastião”, de Bruno Vilela, apresenta nesta quarta-feira, dia 18 de janeiro, uma programação (e tanto) de verão. Às 18h, um bate-papo entre Rodrigo Braga, Pollyana Quintella, Michel Masson e o próprio artista abre os trabalhos. Com ares de performance, a ideia é que Vilela, sentado em um divã de costas para o público, seja “analisado” por Braga e Pollyana. Depois, acontece uma mostra de curtas no contêiner no terraço da galeria.

cromofilia vs cromofobia
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Últimos Dias | Coletiva “Cromofilia vs. Cromofobia” investiga a cor

(São Paulo, SP) A invenção da tabela cromática na década de 1960 trouxe uma liberdade sem precedentes para os artistas ao oferecer uma alternativa ao tradicional e rígido círculo cromático. É essa liberdade que é celebrada em “Cromofilia vs. Cromofobia: investigações da cor”, coletiva da Galeria Nara Roesler que entra hoje em sua última semana. Com obras de 18 artistas – entre eles os já indicados ao Prêmio PIPA Antonio Dias, Bruno Dunley, Cao Guimarães, Lucia Koch e Rodolpho Parigi – a mostra desafia os espectadores a experimentar a cor.

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Conversa com Cadu, Carlos Vergara e Isabel Diegues acontece neste sábado no espaço Jacaranda

(Rio de Janeiro, RJ) Este sábado, 14 de janeiro, marca a volta definitiva do circuito de arte carioca depois das festividades de fim de ano. Além da abertura de duas exposições, o dia também conta com a conversa “Artista Viajante”, que acontece às 17h30 no espaço Jacaranda, na Villa Aymoré. Com Carlos Vergara, Isabel Diegues e o vencedor do Prêmio PIPA 2013 Cadu, a discussão pretende ser a primeira de uma série organizada pelo clube no mês de janeiro.

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