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“Queermuseu” explora a diversidade e a expressão de gênero

(Porto Alegre, RS) Muito se discute, atualmente, identidade, gênero e sexualidade. Esses debates colocaram em foco a ideia de “queer”, palavra usada para designar pessoas que não se encaixam nos padrões de heterossexualidade e binarismo de gênero. Na exposição “Queermuseu – Cartografias da Diferença na Arte Brasileira”, que começa hoje no Santander Cultural, os trabalhos em exposição exploram a diversidade, a diferença e a expressão de gênero na arte e na cultura, abarcando o período histórico de meados do século 20 até os dias de hoje.

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Com programação variada, Semana de Arte traz música, dança e teatro

(São Paulo, SP) A feira da Semana de Arte começa esta quinta, 17 de agosto, e reúne cerca de 35 galerias brasileiras e estrangeiras que ocupam por três dias o subsolo do Hotel Unique. Comandada pelos representantes de duas das principais galerias de São Paulo, Luisa Strina (Galeria Luisa Strina) e Thiago Gomide (Bergamin & Gomide), a Semana de Arte traz ainda uma série de atrações culturais que começam hoje, como espetáculos de dança e teatro e um ciclo de palestras e debates sobre a globalização da arte.

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A relação entre cultura e natureza nas esculturas de Bruno Cançado

(Pinheiros, SP) O jardim está no imaginário humano há tempos. Já foi associado ao paraíso e a algo metafísico, apesar de estar sempre ao alcance da racionalidade. É também uma imagem do poder do homem sobre a natureza. Na exposição individual de Bruno Cançado, “Jardins”, que começa hoje na Central Galeria, o artista, indicado ao Prêmio PIPA 2017, constrói seu próprio jardim com colunas de concreto, pedra, madeira e cimento, propondo tensionamentos na relação travada entre cultura e natureza.

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A prática do desenho pelo olhar de 21 artistas de diferentes gerações em “In Memorian”

(Rio de Janeiro, RJ) Abrindo neste fim de semana na Caixa Cultural RJ, “In Memoriam” trata das possibilidades de se pensar a prática do desenho em suportes diversos a partir do trabalho de 21 artistas. Entre os nomes, que vão de grandes dos anos 1960 até artistas contemporâneos, há quatro que participaram do Prêmio PIPA: Cinthia Marcelle, finalista em 2010; Ricardo Basbaum, indicado em 2011; e Marcius Galan e Cadu, que venceram o Prêmio, respectivamente, em 2012 e 2013.

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“Retroperformance” traz materiais raros e inéditos da produção artística dos anos 80

(Rio de Janeiro, RJ) “Retroperformance”, exposição em curso na Caixa Cultural RJ até a primeira semana de outubro, abarca a produção artística da década de 1980 de alguns dos nomes mais representativos da performance do eixo Rio-São Paulo. Entre eles, os indicados ao Prêmio PIPA Lenora de Barros (2010), Guto Lacaz (2016), e Ricardo Basbaum (2011), que apresentam vídeos, fotografias, filipetas, jornais, cartazes, cadernos, croquis e storyboards de seus trabalhos.

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“Acervo Compulsório” reúne obras de um acervo “não-intencionado”

(Porto Alegre, RS) O acervo não-intencionado da Galeria Ecarta – obras que, exibidas em coletivas e individuais da instituição nos últimos cinco anos, lá permaneceram por um motivo ou outro – é o foco de “Acervo Compulsório”, em cartaz até meados de setembro. A exposição traz trabalhos em diversos formatos de 16 artistas, incluindo os já indicados ao Prêmio PIPA Luiz Roque, Traplev, Alexandre Navarro Moreira, Fabiana Faleiros e Rafael RG.

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Última semana de “Modos de ver o Brasil”, exposição que comemora os 30 anos de atividade do Itaú Cultural

(São Paulo, SP) Obras raras, como dois mapas do século XVII, dividem o espaço expositivo com obras contemporâneas de artistas como Berna Reale, finalista do Prêmio PIPA 2013, Éder Oliveira, finalista do PIPA deste ano e Paulo Nazareth, vencedor do PIPA 2016. Sob a curadoria de Paulo Herkenhoff, “Modos de ver o Brasil: Itaú Cultural 30 anos” está em cartaz na Oca, no Parque Ibirapuera, até este domingo, 13 de agosto, e traz cerca de oitocentas obras de um acervo de 15 mil peças pertencentes ao Banco Itaú.

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O delírio como potência de criação em “Lugares do delírio”

(Rio de Janeiro, RJ) Se o século XXI tem nos impelido a rever o senso (em especial, o “bom senso” e o “senso comum”), não poderíamos fazê-lo sem reconsiderar também o “dissenso” e o nonsense, aquilo que hipoteticamente não possuiria laços de sentido. Foram essas indagações que deram origem à exposição no Museu de Arte do Rio (MAR) sobre o delírio, “que concerne a todos em sua capacidade política de reposicionar a razão”.

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